Em Nova Iorque, forças de segurança fecham o cerco a organização criminosa e prendem quatro

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Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (19), uma megaoperação foi deflagrada pelas forças de segurança pública no município de Nova Iorque, com o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra alvos investigados por uma série de crimes. Entre os delitos apurados estão tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo, disparo em via pública, furto qualificado, receptação e tentativa de feminicídio todos praticados ao longo deste ano.

Durante o cumprimento dos mandados de busca domiciliar, os policiais apreenderam quantidades expressivas de crack e cocaína prontas para comercialização, além de armas de fogo, munições, armas brancas, aparelhos celulares, cadernos de anotações, dinheiro, animais silvestres e sistemas de câmeras de segurança.

Além das buscas, as equipes cumpriram dois mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça contra dois investigados. Outras duas pessoas, sendo um homem e uma mulher, foram presas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e crime ambiental. Ao todo, quatro pessoas foram detidas durante a operação.

Os presos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, recambiados para uma unidade prisional no município de São João dos Patos, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

 

A ação coordenada pela 12ª Delegacia Regional de São João dos Patos, contou com as participações de policiais civis das delegacias de Pastos Bons, Paraibano, Buriti Bravo e Barão de Grajaú, além do apoio de policiais militares do 35º Batalhão da PMMA e de equipes do Centro Tático Aéreo (CTA).

PC deflagra megaoperação contra organização criminosa em Carolina

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A Polícia Civil do Maranhão deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a Operação Lex Ferrea, uma ação de grande porte realizada na cidade de Carolina, no sul do estado, com apoio da Polícia Militar e do Centro Tático Aéreo (CTA). O objetivo foi cumprir 15 mandados judiciais — sete de prisão e oito de busca e apreensão — contra integrantes de uma organização criminosa envolvida no tráfico de drogas no município e em cidades vizinhas.

As investigações duraram cerca de dois meses e identificaram imóveis usados como pontos de armazenamento, fracionamento e venda de entorpecentes. De acordo com a 11ª Delegacia Regional de Balsas, as buscas domiciliares eram indispensáveis para reunir provas após o esgotamento de medidas menos invasivas.

A operação resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão e oito de busca e apreensão. Sete pessoas foram conduzidas à delegacia, e os policiais apreenderam drogas, dinheiro e materiais utilizados no comércio ilegal.

A Lex Ferrea mobilizou cerca de 40 policiais de diversas unidades da Polícia Civil e da Polícia Militar, incluindo equipes de Balsas, Barra do Corda, Carolina, Alto Parnaíba, São Raimundo das Mangabeiras, Riachão, além do CTA.

Operação Disciplina: Justiça ordena prisões e buscas contra organização criminosa em Brejo

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Na manhã desta quinta-feira(11), a Polícia Civil do Maranhão, deflagrou a “Operação “Disciplina”, com objetivo de cumprir mandados judiciais contra alvos investigados por organização criminosa e tráfico de drogas no municipio de Brejo.

No cumprimento das ordens judiciais, foram executados sete mandados de busca domiciliar e três mandados de prisão preventiva, expedidos no âmbito de investigações que apuram homicídios tentados atribuídos a integrantes de organizações criminosas.

Durante as diligências, além das prisões preventivas, um indivíduo foi autuado em flagrante delito pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito. As equipes apreenderam uma pistola calibre .40, entorpecentes, diversos aparelhos celulares e dinheiro em espécie, reforçando as evidências da atuação do grupo criminoso na região.

A “Operação Disciplina” mobilizou cerca de 40 policiais civis das Delegacias de Chapadinha, Urbano Santos, Buriti, Brejo e Santa Quitéria, além de equipes do 16º BPM de Chapadinha.

Os presos foram encaminhados à Unidade Prisional de Chapadinha, onde permanecerão à disposição da Justiça.

As investigações continuam com o objetivo de desarticular a célula criminosa e aprofundar a apuração sobre a participação dos investigados em outros crimes graves ocorridos na região.

Grupo extrai 19 mil toneladas de minério e causa prejuízo de R$ 1,9 milhão no MA e MG

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (2) a Operação Cancela de Ferro, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa envolvida na extração ilegal de minério de ferro em área de preservação ambiental.

 

Ao todo, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em cinco municípios de Minas Gerais e um do Maranhão.

Durante a ação, os agentes apreenderam documentos, veículos e maquinários utilizados nas atividades ilícitas. A investigação é conduzida pela Delegacia da PF em Montes Claros (MG).

Segundo laudo pericial, o grupo criminoso extraiu quase 19 mil toneladas de minério de ferro sem autorização legal, causando um prejuízo ambiental estimado em R$ 1,9 milhão.

Além dos crimes ambientais, os investigados também são suspeitos de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

De acordo com a PF, uma das empresas envolvidas no esquema apresentou movimentações financeiras atípicas de quase R$ 12 milhões em apenas um mês — indício de tentativa de dissimular a origem dos recursos ilícitos.

As investigações continuam com a análise dos materiais apreendidos para a identificação completa dos envolvidos.

Os suspeitos poderão responder por usurpação de bem da União, crimes ambientais, sonegação fiscal, lavagem de capitais, entre outros delitos previstos na legislação brasileira.

PF e PC desarticulam organização criminosa envolvida em crimes contra instituições financeiras no MA

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O rEPRODUÇÃOA Polícia Federal em Araguaína e a Polícia Civil do Estado do Tocantins – por meio da DEIC e do DENARC, ambos em Araguaína -, com o apoio da Polícia Militar do 2BPM, deflagraram nesta quarta-feira (4/6), a Operação Cerberus, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada à prática de crimes contra instituições financeiras, de lavagem de capitais, comércio ilegal de armas de fogo e tráfico de entorpecentes na região norte do Tocantins.

Nesta etapa, que visa a aprofundar a apuração dos fatos e a identificar todos os envolvidos com os crimes praticados, policiais federais e civis cumpriram 31 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Araguaína, em desfavor dos suspeitos de integrar a organização criminosa sob investigação. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Araguaína/TO, Wanderlândia/TO, Altamira/PA e Imperatriz/MA.

A ação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil do Tocantins conta com a cooperação institucional da Receita Estadual, do Exército Brasileiro, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/TO) e da Polícia Militar do Tocantins – por meio do Grupo de Operações com Cães (GOC).

Quadrilha que usava “laranjas” para fraudes é alvo de operação no PI, MA e Itália

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A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (4), a “Operação Personagens”, visando desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas contra instituições bancárias. A ação resultou na prisão de 20 suspeitos e no cumprimento de 27 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão nos estados do Piauí, Maranhão e na Itália.

As investigações apontam que o grupo utilizava “laranjas” e técnicas de reconhecimento facial para acessar indevidamente contas bancárias, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 12 milhões às instituições financeiras.

Um dos investigados encontra-se na Itália, e o mandado de prisão contra ele será inserido na lista da Interpol para viabilizar sua captura internacional.

A operação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DEPATRI) de Parnaíba, em conjunto com a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil e a Polícia Militar do Piauí.

As autoridades continuam as investigações para identificar todos os envolvidos e recuperar os valores desviados, reforçando o compromisso no combate ao crime organizado e às fraudes bancárias que afetam a população e o sistema financeiro.

Operação prende três criminosos que aterrorizavam residencial em São Luís

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Uma operação policial integrada resultou na prisão de três integrantes de uma organização criminosa que atuava no Residencial Ribeira, em São Luís. A ação foi realizada na manhã desta sexta-feira (21) pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência de Polícia da Capital (SPCC) e da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), com o apoio da Polícia Militar.

Os suspeitos capturados são responsáveis por um roubo com restrição de liberdade ocorrido em 29 de dezembro de 2024. Na ocasião, duas vítimas foram rendidas na praça principal do conjunto habitacional. Sob a mira de armas de fogo, foram forçadas a entrar em um veículo, onde permaneceram em cativeiro por cerca de duas horas.

As vítimas foram brutalmente agredidas e humilhadas. A quadrilha as obrigou a realizar transferências via PIX, totalizando R$ 15 mil, para uma conta vinculada a um dos assaltantes. Os criminosos não utilizaram disfarces, o que permitiu o reconhecimento imediato por parte das vítimas. Três dos autores do crime já haviam sido presos anteriormente.

Entre os detidos está um indivíduo identificado como “Mata Rindo”. Outro preso, conhecido como “Seu Galça”, possui um extenso histórico criminal e é apontado como mandante da execução de uma mulher no início do ano, cuja motivação estaria relacionada a uma suposta traição amorosa contra um integrante da facção criminosa. O caso gerou grande repercussão.

Além desse assassinato, a organização criminosa é responsável por tráfico de drogas, homicídios e roubos qualificados na região. Os moradores do Residencial Ribeira viviam sob constante ameaça devido à atuação do grupo.

PF combate organização criminosa que frauda saques de FGTS em vários estados; MA é um dos alvos

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A Polícia Federal deflagra, nesta quarta-feira (26/2), a Operação Caçada Implacável, em que cumpre quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Amazonas, nas cidades de Brasília/DF e Imperatriz/MA.

A operação tem como objetivo avançar nas investigações sobre organização criminosa dedicada ao estelionato especializado na realização de fraudes no sistema do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) da Caixa Econômica Federal, utilizando-se de documentos (RG) ideologicamente falsos.

A investigação se iniciou com a prisão em flagrante de um homem, em 19/7/2022, quando tentava viabilizar fraude em detrimento do saldo de conta vinculada ao FGTS pertencente a um terceiro, perante a agência da Caixa Econômica Federal, fazendo a utilização de documentos falsos em Manaus/AM.

Com a análise de materiais eletrônicos apreendidos e outras diligências investigatórias, surgiram informações relevantes de que a sua atuação criminosa não era isolada, de modo que foram apontados indícios suficientes da existência de outros coautores.

Iniciadas as investigações para identificar os coautores, constatou-se a existência de organização criminosa composta por mais de quatro pessoas, atuando com o objetivo de realizar o saque indevido de FGTS, além de outras fraudes, de forma organizada, estável e permanente, revelando robustos sinais de divisão de tarefa, ainda que de informal.

As vítimas são oriundas de cadastros de seguradora, sendo identificadas duas investigadas com acesso aos dados cadastrais de pessoas obtidos em empresas especializadas em telemarketing.  Salientou-se também que o grupo atribui os saques de FGTS de algumas vítimas a determinados membros específicos do grupo, fato que sugere a existência de uma tentativa de fazer com que o golpista possua características físicas aproximadas às das vítimas (gênero, idade, etc.).

PF desarticula organização criminosa especializada em fraude previdenciária no MA e PI

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (3/12), a Operação Scarface, com o fim de desarticular organização criminosa especializada na concessão fraudulenta de benefícios de aposentadoria por idade rural e salário maternidade rural, mediante a falsificação e o uso de documentos públicos.

Policiais federais cumprem cinco mandados judiciais de busca e apreensão nos municípios de Teresina/PI, Piripiri/PI e Codó/MA. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 1ª Vara Federal da capital piauiense.

A operação policial decorre de investigação desenvolvida no âmbito da Força Tarefa Previdenciária no Estado do Piauí, integrada pela Polícia Federal e pela Coordenação Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP/MPS).

A investigação teve origem a partir da análise do material apreendido na Operação Bússola (deflagrada em 2021), tendo sido identificada uma nova Organização Criminosa composta por um ex-servidor e quatro servidores do INSS.

Requerimentos de benefícios eram instruídos com documentos falsos e direcionados indevidamente para servidores concessores do grupo criminoso, os quais concediam os benefícios mediante fraude.

No decorrer das investigações, já foram identificados 176 benefícios de aposentadoria por idade rural e salário maternidade rural com indícios de fraude, os quais já causaram um prejuízo efetivo ao INSS superior a R$ 73 milhões em valores já sacados.

A Justiça Federal também determinou o bloqueio das contas dos investigados, a suspensão da função pública para os servidores públicos envolvidos e a imediata revisão administrativa dos 176 benefícios fraudados.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, organização criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, corrupção ativa, corrupção passiva, além de outros que possam ser identificados ao logo do processo investigatório.

PC desarticula organização criminosa em Mirinzal com prisão de 13 suspeitos

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Na manhã desta terça-feira (5), uma operação de grande porte realizada pela Polícia Civil do Maranhão levou à prisão de 13 pessoas em Mirinzal, acusadas de integrar uma organização criminosa responsável por tráfico de drogas, homicídios e outros crimes violentos na região. Batizada de “Operação Guardião”, a ação foi planejada para cumprir 16 mandados judiciais – oito de prisão temporária e oito de busca e apreensão – com o objetivo de desmantelar o grupo criminoso.

Durante a operação, foram apreendidos diversos itens que reforçam as suspeitas sobre as atividades ilícitas do grupo. Drogas, armas de fogo, munições, dinheiro em espécie, balanças de precisão e celulares foram encontrados e confiscados. Esses materiais serão analisados para coletar novas evidências e identificar possíveis conexões com outros envolvidos na organização.

A Polícia Civil destaca que as investigações vão continuar para garantir que todos os membros da rede criminosa sejam identificados e responsabilizados. Segundo as autoridades, ações como essa são fundamentais para aumentar a segurança local e conter o avanço da criminalidade em Mirinzal e nos municípios vizinhos.