Rodoviários ameaça cruzar os braços na próxima terça (14)

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O sistema de transporte público da capital pode enfrentar uma nova paralisação nos próximos dias. O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Brito, confirmou durante entrevista ao Mirante News Hoje desta sexta-feira (10) que há possibilidade de greve após descumprimento da convenção coletiva e decisões judiciais por parte das empresas. A categoria afirma que aguarda uma resposta das autoridades antes de tomar a decisão final.

Ofícios foram enviados aos órgãos competentes solicitando intervenção para garantir o cumprimento dos direitos dos trabalhadores. Entre as principais reclamações estão atrasos salariais, ausência de reajustes e falta de benefícios previstos em acordo. O sindicato afirma que aguarda retorno até a próxima segunda-feira (13).

“Vou aguardar até na segunda-feira alguma resposta desses órgãos competentes. Se não, a gente vai usar do nosso último recurso, que é a greve”, destacou.

Greve pode começar na terça-feira

Caso não haja acordo, a paralisação pode começar já na próxima terça-feira (14), atingindo o sistema urbano e semiurbano de São Luís. A decisão, segundo o sindicato, será tomada após o prazo dado às autoridades e empresas: “Se não tiver um resultado, a partir de terça-feira nós vamos anunciar as 72 horas”. (Imirante)

Estado e empresa são condenados por remoção forçada de famílias em São Luís

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Em sentença proferida na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, o Poder Judiciário condenou o Estado do Maranhão a abster-se de cumprir mandados judiciais de ações reivindicatórias ou possessórias que resulte na remoção forçada de grande número de pessoas sem a elaboração de prévio e adequado plano de realocação para abrigos públicos ou moradias adequadas, conforme as diretrizes estabelecidas no Manual de Diretrizes Nacionais Para Execução de Mandados Judiciais de Manutenção e Reintegração de Posse Coletiva. A pena de multa diária é de R$ 50.000,00 a cada operação realizada em desconformidade com a determinação do Judiciário.

Na mesma sentença, a Justiça condenou, solidariamente, a agência Enter Propaganda pelos danos decorrentes da remoção forçada ilegal das famílias ocorrida em 16 de outubro de 2021, em área do Calhau. O caso é uma Ação Civil Pública, movida pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão, contra o Estado do Maranhão e a empresa de comunicação, visando à responsabilização por remoção forçada de aproximadamente 77 famílias em ocupação coletiva situada na Rua da Caema, Bairro Calhau.  A demanda tem como objeto principal a proteção e promoção do direito fundamental à moradia de dezenas de famílias de baixa renda, supostamente desalojadas de forma forçada e ilegal.

A parte autora narrou que tal remoção ocorreu em função do cumprimento de uma decisão judicial liminar proferida por outra unidade judicial. Contudo, a oficiala de Justiça, ao comparecer ao local por volta das seis da manhã, certificou expressamente a impossibilidade de cumprimento urgente do mandado, haja vista a área se encontrar altamente ocupada e demandar auxílio de força policial para estudo da área e amparo logístico, solicitando a redistribuição do expediente à Central de Cumprimento de Mandados.

REMOÇÃO FORÇADA SEM PLANEJAMENTO

Entretanto, a Polícia Militar do Maranhão teria realizado a ação naquela manhã, que resultou na retirada das mencionadas famílias, com a destruição de suas habitações e bens, e sem a oferta de qualquer alternativa habitacional. A DPE destacou que tal operação policial ocorreu sem a presença da Oficiala de Justiça e, ainda, com uso desproporcional da força, em flagrante desrespeito a normas nacionais e internacionais que regulam despejos e remoções coletivas. Ao contestar a ação, o Estado do Maranhão negou que a PMMA tenha promovido uma operação de reintegração de posse, afirmando que a atuação policial se resumiu a um atendimento a chamados de ocorrência via CIOPS para conter tentativas de invasão.

Alegou, também, que não tinha 77 famílias habitando o terreno, mas apenas algumas armações para construção de barracos, conforme as fotos da Oficiala de Justiça. Por fim, ressaltou que a PMMA permaneceu no local aguardando o comparecimento da Oficiala de Justiça e que parte dos ocupantes se retirou voluntariamente, não havendo, portanto, ato ilícito de sua parte que justificasse o pedido de indenizações. A Enter Propaganda aderiu integralmente aos argumentos do Estado. A empresa afirmou ter a posse legítima do imóvel, comprovada por Contrato de Compra e Venda e notificações de IPTU, negou a existência de moradores desalojados, asseverando que a ordem judicial foi cumprida com auxílio policial de forma pacífica contra uma invasão em curso.

Por fim, o Ministério Público emitiu parecer pela total procedência dos pedidos da Defensoria Pública do Estado, destacando que a narrativa do processo, especialmente o depoimento da Oficiala de Justiça e o registro do CIOPS, confirmou a ocupação e a remoção ilegal. Afirmou que o Estado agiu com desvio de finalidade e grave falha no serviço público ao utilizar a PMMA para interesse privado sem acompanhamento judicial, acarretando responsabilidade. Da mesma forma, atribuiu responsabilidade solidária à Enter por agir com dolo, vontade consciente de praticar ato ilícito, e má-fé, ao solicitar o apoio policial após a recusa da oficiala de Justiça.

AÇÃO SUPOSTAMENTE ILEGAL

“A atuação da Polícia Militar, órgão do Estado do Maranhão, na operação questionada é o cerne da imputação de responsabilidade. Ainda que a concessão de programas habitacionais ou benefícios eventuais, em condições ordinárias, recaia sobre a esfera municipal, a pretensão autoral aqui é de responsabilização por ato próprio e omissão no dever de fiscalização e de garantia de direitos humanos fundamentais”, observou o juiz Douglas Martins.

E continuou: “Assim, a alegação de que o Estado teria agido de forma ilegal, promovendo uma remoção forçada sem as devidas cautelas e sem garantia de direitos, é suficiente para, em sede de análise preliminar, configurar sua legitimidade para figurar no polo passivo da presente demanda (…) O exame da culpa ou da responsabilidade, se a atuação foi ou não ilegal e se gerou danos, é questão que se confunde com o mérito e com ele será analisada”.

CONFLITO FUNDIÁRIO URBANO

Para o magistrado, “a natureza da área, como bem público municipal, reforça o caráter de conflito fundiário coletivo urbano, e não de mero esbulho (perda total e injusta da posse de um bem) individual em propriedade privada, como tentaram descaracterizar os réus (…) A ocupação de áreas públicas para moradia, ainda que irregular, configura um problema social complexo que exige uma abordagem multifacetada e humanitária por parte do Poder Público, e não meramente repressiva”, pontuou.

O juiz esclareceu que a segunda questão, e talvez a mais crucial para a resolução do caso, refere-se à legalidade da operação policial realizada e se ela respeitou as diretrizes nacionais e estaduais para remoções coletivas. “Os réus sustentaram, reiteradamente, que não houve uma operação policial formal de reintegração de posse e que, ademais, não havia ocupação consolidada por 77 famílias no local. As provas, entretanto, desmentem tais afirmações de maneira contundente”, frisou.

Deverão os réus pagar, solidariamente, indenização por danos materiais decorrentes da destruição dos bens pessoais e das habitações das famílias, bem como pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5.000,00 para cada núcleo familiar atingido, a ser revertido diretamente às famílias afetadas. Por fim, deverão pagar indenização pelo dano moral coletivo no valor de R$ 50.000,00, a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos, em razão da lesão à ordem jurídica e social decorrente da conduta ilícita.

A sentença condenatória está anexada, na íntegra, abaixo.

Suspeitos presos dizem ter recebido R$ 2 mil de policial para incendiar loja em São Luís

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Dois suspeitos de incendiar uma loja de roupas foram presos na quarta-feira (18), no bairro São Cristóvão, em São Luís. O crime aconteceu no dia 1º de março, no bairro Vicente Fialho, e foi registrado por câmeras de segurança.

Segundo a Polícia Civil, as imagens ajudaram a reconstituir a ação e levaram à identificação da dupla 18 dias após o incêndio. Durante depoimento, Aline de Carvalho Diniz e Weriston Santos confessaram ter incendiado a loja.

Suspeitos receberam R$ 2 mil para incendiar loja

Os suspeitos afirmaram que receberam R$ 2 mil para cometer o crime. De acordo com o relato, o pagamento teria sido feito por um policial identificado como Samuel, que, segundo eles, atuaria a mando do ex-marido da dona da loja.

A vítima é ex-esposa do empresário Wellington Lima Bacelar, apontado pelos suspeitos como o possível mandante do ataque. Ainda segundo a dupla, o policial teria perguntado se eles teriam coragem de matar a empresária, proposta que foi recusada.

O ex-marido da vítima foi preso no dia 9 de março por descumprir medidas protetivas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. (Imirante)

Greve suspende ônibus urbanos na capital

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Os ônibus do sistema de transporte público urbano de São Luís não circularam nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (13). A paralisação havia sido anunciada previamente pelo Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (Sttrema) e ocorre devido ao atraso no pagamento dos salários dos trabalhadores por parte de algumas empresas do setor.

De acordo com o presidente do sindicato, Marcelo Brito, a decisão de suspender temporariamente as atividades foi tomada após a confirmação de que parte das empresas responsáveis pelas linhas urbanas não efetuou o pagamento dos funcionários dentro do prazo. A entidade acompanha a paralisação parcial desde o início da manhã e afirma que a categoria permanece em estado de alerta.

Enquanto o sistema urbano enfrenta interrupção, a maior parte da frota do sistema semiurbano segue operando normalmente nesta sexta-feira. Esses coletivos atendem principalmente moradores de municípios da Região Metropolitana, como São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar, e deixaram as garagens nas primeiras horas do dia.

Apesar disso, os ônibus semiurbanos não estão entrando no Terminal da Cohab. No local, a entrada do terminal foi interditada e passageiros aguardam alternativas de transporte do lado de fora, o que gerou filas e dificuldades para quem depende do transporte público para chegar ao trabalho ou à escola.

Segundo o sindicato, ainda não houve confirmação sobre quando as empresas do sistema urbano irão regularizar os pagamentos, o que mantém indefinida a retomada total da circulação dos ônibus na capital maranhense.

A entidade informou que segue monitorando a situação e reforçou que permanece aberta ao diálogo com as empresas e com o Sindicato das Empresas de Transportes (SET), cobrando soluções imediatas para garantir o cumprimento de decisões judiciais e evitar que a crise no transporte coletivo se agrave ainda mais.

A nova paralisação ocorre em meio a uma série de problemas enfrentados pelo sistema de transporte público de São Luís desde o início do ano, incluindo ameaças de greve, redução de linhas e interrupções no serviço. Atualmente, cerca de 4,5 mil a 5 mil trabalhadores atuam no sistema de transporte coletivo da Grande São Luís.

Em fevereiro, após outra paralisação, foi firmado um acordo mediado pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA) para garantir a retomada da circulação dos ônibus. Entre os compromissos assumidos estava o pagamento integral dos salários atrasados dos rodoviários.

Paralelamente, o Ministério Público ingressou com uma ação civil pública contra a Prefeitura de São Luís, o SET, consórcios e empresas responsáveis pelo sistema. A medida solicita providências para regularizar o funcionamento do transporte coletivo na capital e evitar novas interrupções.

Entre as propostas discutidas está o aumento do subsídio pago às empresas por passageiro transportado, atualmente de R$ 1,35, podendo chegar a R$ 2,15 como forma de garantir maior equilíbrio financeiro ao sistema. Enquanto as negociações continuam, milhares de passageiros seguem enfrentando dificuldades para se deslocar pela cidade.

Pista danificada e cheia de lama prejudica chegada e saída de ônibus na Rodoviária de São Luís

Buracos na pista prejudicam chegada e saída de ônibus na Rodoviária de SL. (Foto: Juvêncio Martins/TV Mirante)

Buracos e muita lama têm tomado conta do local, prejudicando a chegada e a saída dos ônibus.

A área de embarque, desembarque e estacionamento da Rodoviária de São Luís apresenta problemas na pista que dificultam a circulação de ônibus e o acesso de passageiros.

Buracos na pista prejudicam chegada e saída de ônibus na Rodoviária de SL. (Foto: Juvêncio Martins/TV Mirante)

Segundo relatos, os ônibus chegam ao terminal enfrentando sacolejos devido às irregularidades no asfalto. A situação também gera dificuldade nas manobras dentro da área de circulação.

Lama por conta de obras ao lado da Rodoviária

Outro fator que agrava o problema é uma obra realizada ao lado do terminal. Com as chuvas, o barro escorre para a pista, aumentando a quantidade de lama e tornando o tráfego ainda mais complicado para motoristas e passageiros.

As condições da Rodoviária de São Luís têm gerado reclamações de quem utiliza o terminal, principalmente pela dificuldade de circulação e pelo impacto no embarque e desembarque.

Imirante

Greve de ônibus: prazo termina hoje e paralisação pode começar sexta (13)

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O sistema de transporte público da Grande São Luís está sob ameaça iminente de paralisação. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão (STTREMA) confirmou que a greve geral da categoria poderá ser deflagrada nas primeiras horas desta sexta-feira, 13 de março de 2026.

A decisão, ratificada pelo presidente do sindicato, Marcelo Brito, ocorre em resposta ao descumprimento do pagamento do reajuste salarial determinado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

O Impasse dos Pagamentos

Embora o tribunal tenha estabelecido os novos valores, diversas empresas do setor rodoviário ainda não efetuaram o depósito nas contas dos colaboradores.

  • O Prazo: O período legal de 72 horas para a regularização encerra-se no decorrer desta quinta-feira (12).

  • A Condição: O sindicato afirma que só haverá recuo caso os comprovantes de depósito sejam apresentados antes do fim do dia.

  • A Posição das Empresas: Até o momento, as concessionárias de transporte não emitiram nota oficial sobre a viabilidade de quitar os débitos dentro do prazo limite.

“A medida visa garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. A greve será deflagrada imediatamente após o vencimento do prazo, caso não haja a regularização”, afirmou Marcelo Brito.

Tribunal do Júri de São Luís julga 41 réus em março

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No mês de março o Tribunal do Júri de São Luís vai julgar 41 acusados de homicídio e tentativa de homicídio, incluindo casos de feminicídio. As sessões de julgamento nas três varas do júri ocorrem nos salões localizados no primeiro andar do Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau) e começam sempre às 8h30.

O 1º Tribunal do Júri julga em março os acusados Raury Clloper Dia (dia 03), Claudiano Pinheiro, Jonas Moisés dos Santos Pereira, William de Andrade Silva Júnior (05), Dayvisson dos Santos Fontenelle (10), Emerson da Silva Rodrigues (12), Vilson Alves Fonseca (17), Juarez Silva Ferreira, Leandro Nascimento da Silva, Luís Henrique Silva Santos, João Marcos da Silva e Silva, Paulo Fernando Mendes Pinheiro e Edimilson Sousa Toral (19), José Oliveira Mendes (24), Antônio Costa dos Santos (26). As sessões serão presididas pelo juiz titular da unidade, Gilberto de Moura Lima.

Já no 2º Tribunal do Júri serão julgados Marcos Willian dos Santos e Igor da Siva Bandeira Santiago (03), Natanael Vidigal Mesquita e Ramon Silva Bayma (05), José Expedito de Sousa da Silva, Hudson Sousa, Marcelino Cândido de Sousa e José de Ribamar Figueredo Cutrim (10), Edivaldo Castro dos Santos (12), Uarllin Raiddan Araújo Rodrigues (17), José Alexandre Abreu Santos (19), Francisco de Assis de Sousa (20), Gilderson Vinícius Correa (24) e Eliezer da Cunha Reis (26). O titular da unidade judiciária é o juiz Clésio Coelho Cunha.

Sentarão no banco dos réus, no 3º Tribunal do Júri, no mês de março, os acusados Israel Duarte Silva, Ivanilson Mendonça Duarte e Ítalo Nikson de Sousa (10), Weslley Martins Pales e Bruno de Sousa Moroe (12), Civaldo Ferreira de Sousa (17), Edilson Henrique Costa Pinheiro (19), José Vieira da Silva (24), Josias Pãozinho Ewerton (25), Celiuma Moraes Bruzarca (26), Alberto Jackson Araújo de Sousa e Jean Paulo Andrade Medeiros (31). Responde pela 3ª Vara do Júri a juíza Leoneide Delfina Barros Amorim.

PM é condenado por assassinato em briga de trânsito na saída de show em São Luís

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O 1º Tribunal do Júri de São Luís condenou, a 11 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, o policial militar Paulo Maiks Mendes Facuri, pela morte de Enildo Penha Mota, ocorrida no dia 05 de fevereiro de 2023, por volta das 2h, na saída de um show musical, próximo a um shopping center, no bairro Maranhão Novo. O réu foi condenado pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil.

A sessão de julgamento, nessa quinta-feira (26/2), no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), foi presidida pelo juiz Gilberto de Moura Lima, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís. Atuou na acusação o promotor de justiça Raimundo Benedito Barros Pinto e na defesa, o advogado Erivelton Lago e as advogadas Hélen Oliveira e Samira Sima. O magistrado determinou o cumprimento imediato da pena e o acusado foi levado para o presídio, onde já estava preso desde a época do crime.

Segundo o Ministério Público, no dia do crime, Enildo Penha Mota estava com a esposa em seu veículo, saindo de um show no espaço que fica em frente a um shopping center, no bairro Maranhão Novo, quando Paulo Maiks Mendes Facuri passou em seu veículo e bateu no retrovisor do carro vítima. Em seguida, a vítima foi tomar satisfações com o denunciado para que, conforme consta nos autos, pagasse o seu prejuízo. Ainda, de acordo com a denúncia, o réu agrediu a vítima com socos e chutes, golpeando-a na cabeça. Enildo Penha Mota caiu no chão desmaiado por um momento. Em ato contínuo o rapaz levantou-se e, portando um cone de sinalização de trânsito, foi até o denunciado que de dentro do veículo desferiu um disparo de arma de fogo contra a vítima que morreu no local.

Durante a sessão de júri, nesta quinta-feira (26), foram ouvidas as esposas da vítima e do acusado e mais três testemunhas, além de interrogado o réu. No depoimento, o denunciado disse que efetuou o disparo de arma de fogo para conter a vítima e também porque populares cercaram seu carro.

Na sentença, o juiz Gilberto de Moura Lima destacou o efeito da condenação que, “diante da extrema gravidade da conduta praticada e em observância ao disposto no artigo 92, inciso I, alínea ‘b’, do Código Penal”, resultou na perda do cargo público de policial militar ocupado pelo acusado Paulo Maiks Facuri.

Depósito de drogas no centro de São Luís é fechado pela polícia

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A Polícia Civil do Maranhão desarticulou, na tarde da última quarta-feira (25), um depósito utilizado para o armazenamento de entorpecentes na região central de São Luís. A ação foi realizada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC) e resultou na prisão em flagrante de um homem pelo crime de tráfico de drogas.

O trabalho policial teve início a partir de denúncias que indicavam que o imóvel estaria sendo utilizado para a prática criminosa. Com base nas informações recebidas, os policiais civis se deslocaram até o local para averiguação, ocasião em que confirmaram a veracidade dos fatos e efetuaram a prisão do suspeito.

Durante as diligências, foram apreendidas aproximadamente 200 porções de cogumelos alucinógenos, cerca de 600 comprimidos de ecstasy, aproximadamente 200 porções de crack, além de maconha, haxixe e balanças de precisão.

Após os procedimentos legais, o preso foi encaminhado à Central de Custódia, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

A Polícia Civil reforça a importância da participação da sociedade no combate ao tráfico de drogas.

Ajude a SENARC a combater o tráfico de drogas. Denuncie.

📱 WhatsApp Denúncia: (98) 99163-4899 — sigilo absoluto.

Polícia Civil prende suspeito de incendiar ônibus em São Luís

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A Polícia Civil do Maranhão prendeu, na manhã desta quinta-feira (26), um homem investigado por envolvimento no crime de incêndio de um ônibus em São Luís. A ação resultou do cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, executados pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO/SEIC).

De acordo com as investigações, o crime ocorreu na manhã do dia 14 de agosto de 2025, quando, sob o argumento de reivindicar melhorias, moradores das comunidades Porto Grande e Taim, localizadas na zona rural da capital, tomaram um ônibus coletivo que fazia a linha Porto Grande. Após o desembarque dos passageiros e do motorista, o veículo foi incendiado e completamente destruído.

Com o deferimento das ordens judiciais pela 1ª Central das Garantias da Comarca da Ilha de São Luís, equipes do DCCO cumpriram mandados de busca domiciliar e efetuaram a prisão de um dos envolvidos no crime.

Após a adoção dos procedimentos legais, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os demais participantes da ação criminosa.