O segundo Casamento Comunitário voltado a pessoas LGBTQIA+ será celebrado neste sábado (31/5), às 16h, em formato híbrido (presencial e virtual).
Em formato presencial, será realizado na Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), localizada na Rua dos Búzios (Calhau), em São Luís, já no formato virtual, os casais deverão comparecer ao cartório de registro civil onde fizeram a sua inscrição ou no Fórum da respectiva comarca, conforme o caso, para acessar a plataforma de videoconferência, em endereço eletrônico a ser disponibilizado após as inscrições.
A iniciativa é promovida por meio das parcerias entre a Corregedoria Geral do Foro Extrajudicial e o Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), com apoio da Associação dos Magistrados, Associação de Registradores de Pessoas Naturais e cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais do Estado.
O casamento tem por finalidade consolidar a família como núcleo básico de acolhida, convívio, autonomia e protagonismo social, promovendo sua defesa como núcleo afetivo, vinculado por laços consanguíneos, de aliança ou afinidade. A união ainda promove os direitos humanos, a proteção e a garantia dos direitos civis da família e sucessões.
SERVIÇO
O quê? 2º Casamento Comunitário voltado a pessoas LGBTQIA+
Quando? Sábado, dia 31/5, às 16h
Onde? Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA)
O Tribunal do Júri de Vitorino Freire condenou Arlan Silva Sousa, conhecido como “Mateus”, a 10 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato brutal de um adolescente de 15 anos, ocorrido em fevereiro deste ano no povoado Ariranal, zona rural do município.
Segundo a denúncia, o crime foi motivado por uma discussão banal: a vítima teria quebrado uma garrafa de bebida perto do réu. Arlan invadiu uma residência, atirou nas costas do adolescente e depois o golpeou várias vezes no rosto com um facão, mesmo ele já estando caído no chão.
A juíza Talita de Castro Barreto negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e determinou que ele cumpra pena na Unidade Prisional de Bacabal ou em outro local indicado pelo sistema penitenciário.
“As mulheres precisam ser fortes, atuantes e seguras do seu trabalho. Nunca devem ser vítimas quando não o são, mas precisam ser protagonistas de sua história”. A frase foi dita em alto e bom som pela presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), na abertura do I Encontro de Mulheres Legisladoras do Maranhão, realizado na manhã desta quinta-feira (29).
Há 30 anos atuando na política, a primeira mulher a presidir o Poder Legislativo Estadual em 190 anos de história fez um discurso contundente, ressaltando a persistência do ser humano quando quer vencer e a força de uma mulher quando quer fazer a diferença. Enfermeira por formação, ela relembrou que entrou para a política porque, no próprio labor como profissional de saúde, começou a se incomodar com as dificuldades da população.
“Eu fui para o interior, onde falta muita coisa. Já atuando como enfermeira, passei a enxergar essas dificuldades ainda mais, pois no trabalho da enfermagem a gente quer melhorar a qualidade de vida das pessoas. Foi a partir daí que minha história na política começou. Essa foi a minha motivação”, frisou.
Ela afirmou que muitas vezes foi desacreditada e, mesmo assim, seguiu adiante. Lembrou ainda dos primórdios de suas lutas eleitorais. “Na primeira eleição para vereadora, quase ninguém votou em mim. Fui uma das menos votadas, como política de oposição. Aliás, ninguém na minha casa queria que eu me candidatasse, mas não dei ouvidos. Quatro anos depois, eu me elegi com mais de 800 votos e fui a mais votada. Mas eu queria trabalhar mais e mudei o meu projeto, mas sei exatamente a importância de um vereador, que é a primeira porta que se bate”, disse.
Trajetória
Iracema Vale fez uma retrospectiva de sua trajetória ascendente até chegar ao Parlamento Estadual. Tudo começou no município de Urbano Santos, onde exerceu o cargo de vereadora por dois mandatos. Foi eleita duas vezes prefeita da cidade e se tornou, em 2022, a deputada estadual mais votada do Maranhão.
“Quando me candidatei a prefeita pela primeira vez, eu perdi. Fiquei arrasada e triste, mas meu pai, um homem sem estudo, me deu a maior lição que eu poderia ter recebido. Ele disse que era apenas uma batalha perdida, mas não uma guerra encerrada. No pleito seguinte, eu venci. Após um hiato de dois anos afastada do trabalho, eu me candidatei a deputada. Embora quase ninguém me conhecesse, fui a mais votada entre todos os candidatos vencedores. Obtive mais de 100 mil votos. Acredito que o meu trabalho irradiou pelo Maranhão”, resumiu.
Iracema disse que ser mulher na política não é fácil. “Ainda enfrentamos o olhar atravessado, a tentativa de nos silenciar, as perguntas que nunca fazem aos homens, os julgamentos sobre a nossa aparência, sobre a nossa competência. Mas eu também sei que não estamos sozinhas. E que, juntas, somos mais fortes”, disse.
1º Encontro de Mulheres Legisladoras do Maranhão, iniciativa inédita idealizada e conduzida pela presidente da Alema, deputada Iracema Vale
Liderança
Ela frisou que segue fazendo história como a primeira mulher a presidir a Assembleia, enfrentando, todos os dias, a resistência de quem não se conforma ou não gosta de estar sob a liderança de uma mulher. “Mas sigo com coragem e compromisso, pois sei que estar aqui é abrir caminhos para muitas outras que virão. E é sobre isso que este encontro fala: sobre protagonismo, superação, sobre não aceitar o ‘não’ como resposta, sobre entender que o nosso lugar é onde a gente quiser”, disse.
Levando uma lição de determinação e foco às mulheres legisladoras, Iracema Vale ressaltou seu protagonismo, deu exemplos de coragem e mostrou que uma vitória é feita de muitas derrotas, mas que o caminho deve ser percorrido e as dificuldades enfrentadas. “Acima de tudo, é preciso ter vontade de aprender. Isso que faz de vocês boas legisladoras. Sejamos ousadas e corajosas, pois representamos todas as mulheres da sociedade e elas, sem dúvida alguma, precisam da gente”, finalizou.
O Tenente da Polícia Militar do Maranhão, Cássio de Almeida Soares, que matou a tiros o Capitão QOPMA Breno, comandante do Corpo de Alunos (CA) da PMMA, tentou cortar os pulsos em uma tentativa de suicídio frustrada, no início da noite desta quinta-feira, 29.
De acordo com dados apurados por O INFORMANTE, o Tenente Cássio já era alvo de um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado em março, devido a comportamentos desrespeitosos e constantes xingamentos direcionados ao Capitão Breno. Na manhã de hoje, Cássio chegou ao quartel de carro, estacionou e dirigiu-se até onde estava Breno. Em um ato violento, ele sacou uma arma de fogo e disparou duas vezes, atingindo o tórax do capitão, que foi imediatamente socorrido e levado ao Hospital do Servidor, mas chegou sem vida.
Após o crime, o Tenente Cássio foi preso e encaminhado para o Comando Geral da Polícia Militar, onde permanece custodiado. Ele tentou se matar após a prisão, cortando os pulsos mas foi socorrido rapidamente e levado ao hospital para tratamento. Policiais militares do Choque estão no local.
A cidade de Carolina, no Sul do Maranhão, foi palco de um violento assalto na noite desta quinta-feira (29), quando a agência do banco Bradesco foi invadida por um grupo fortemente armado. A ação criminosa seguiu o padrão conhecido como “novo cangaço”, com uso de reféns como escudo humano, intensa troca de tiros e grande aparato bélico.
Segundo testemunhas, os criminosos chegaram em caminhonetes e cercaram a agência bancária. Durante a ação, fizeram reféns, realizaram diversos disparos e espalharam o terror entre os moradores. O grupo conseguiu fugir levando sacos de dinheiro – o valor ainda não foi divulgado pelas autoridades.
Na fuga, os assaltantes incendiaram veículos usados na operação, numa tentativa de dificultar o trabalho das forças de segurança. A Polícia Militar foi acionada imediatamente e conta com o reforço de guarnições de cidades vizinhas na tentativa de localizar os criminosos. Até o momento, ninguém foi preso.
Foi realizada nesta quarta-feira (29), na 4ª Vara da Comarca de Santa Inês, uma sessão do Tribunal do Júri. Figurou como réu João Paulo Oliveira Santos, acusado de ter matado Conceição de Maria Ferreira Alves, de 62 anos de idade. Ao final do julgamento, presidido pelo juiz Raphael Leite Guedes, o réu foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença e recebeu a pena de 18 anos e 11 meses de prisão, a ser cumprida, inicialmente, em regime fechado. O julgamento ocorreu no salão do júri do Fórum de Santa Inês.
Sobre o caso, foi narrado na denúncia que, em 2 de fevereiro de 2023, João Paulo teria tirado a vida de Conceição, utilizando para esse fim uma arma branca. O denunciado teria atingido, principalmente, a região da cabeça da idosa. Foi apurado que, na madrugada do dia citado, no interior de uma residência, a vítima e o denunciado estavam bebendo juntos, oportunidade em que se iniciou uma discussão entre os dois.
FURTO DE APARELHO CELULAR
A polícia descobriu, ainda, que a discussão foi motivada por uma situação de furto de um aparelho de telefonia celular, supostamente ocorrido na semana anterior à data do crime. No momento da discussão, João Paulo teria se armado, não sendo identificado ao certo se era faca ou facão, e atingido vários golpes contra a vítima. O Ministério Público relatou na denúncia oferecida à Justiça que “a futilidade do crime repousou na discussão de um furto de um aparelho de telefonia celular, motivo pelo qual encontra-se presente a qualificadora do motivo insignificante”.
O motivo fútil, inclusive, foi uma qualificadora que causou aumento de pena do réu. Após o fato criminoso, a guarnição da polícia foi acionada e conseguiu localizar o denunciado, tendo lhe dado voz de prisão e o conduzido à delegacia. Lá, João Paulo estava na sala, assistindo televisão. Ele preferiu ficar em silêncio.
Na manhã desta quinta-feira (29), uma tragédia abalou profundamente a Polícia Militar do Maranhão. O capitão Breno foi assassinado dentro da Academia da PMMA, localizada no Quartel do Calhau, em São Luís, após ser alvejado com quatro tiros disparados pelo tenente Cássio, seu colega de farda.
Segundo informações apuradas, o crime ocorreu nas primeiras horas do dia, quando o capitão Breno estava em sua sala de trabalho. O tenente invadiu o local e efetuou os disparos à queima-roupa. A vítima ainda recebeu atendimento médico emergencial dentro do próprio quartel, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
Fontes extraoficiais indicam que a motivação do crime estaria relacionada à abertura de um procedimento disciplinar contra o tenente, instaurado pelo capitão Breno nos últimos dias. O caso gerou comoção entre os membros da corporação, especialmente pela conduta considerada pacífica e respeitável do oficial assassinado.
O autor dos disparos, tenente Cássio, encontra-se detido na sala do Comando Geral da PMMA, sob custódia de três militares do Batalhão de Choque. O comandante-geral da corporação, coronel Pitágoras Mendes, que estava em viagem a Imperatriz, foi informado e deve retornar à capital imediatamente para acompanhar o caso de perto.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde desta quarta-feira (28), por volta das 17h30, 240 tabletes de pasta base de cocaína e R$ 154.963 em dinheiro durante uma abordagem na BR-135, no km 23, em São Luís (MA). A droga estava escondida na cabine de um caminhão, e dois homens foram presos.
A ação deu início quando os agentes flagraram um veículo Scania/T113 H 4×2, de cor vermelha, com o farol esquerdo queimado, trafegando no sentido São Luís. Ao parar o caminhão, os policiais perceberam um forte odor vindo da cabine e, durante a vistoria, encontraram os tabletes de entorpecente sob a cama do motorista.
O condutor, um homem de 41 anos, natural do Mato Grosso, afirmou que havia saído de Cuiabá (MT) para buscar um veículo em São Luís. No entanto, ao ser preso, confessou que receberia R$ 20 mil pelo transporte da droga. Ele tentou fugir, mas foi contido pela equipe.
Segundo investigações, um segundo suspeito, de 43 anos, também do Mato Grosso, atuava como “batedor” em um Chevrolet Onix Joy branco. Ele admitiu que receberia R$ 5 mil pelo serviço e foi detido no local.
Além da droga, os policiais apreenderam o dinheiro em espécie, que pode estar relacionado a crimes de tráfico e lavagem de dinheiro. Os dois homens foram encaminhados à delegacia para os procedimentos cabíveis.
A PRF segue com as investigações para identificar possíveis envolvidos e a origem do carregamento.
O deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB) cobrou celeridade na investigação sobre a morte da professora Joelma Rodrigues dos Reis, ocorrido no dia 14 de abril, no município de Tasso Fragoso, no Sul do estado. Durante discurso na sessão plenária desta quarta-feira (28), o parlamentar chamou atenção da Polícia Civil e do Ministério Público para o caso.
De acordo com imagens de câmeras de videomonitoramento, a professora Joelma Rodrigues teria caído de uma van em movimento, chegando a ser socorrida e levada para uma unidade de saúde. No entanto, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. As circunstâncias em que ocorreu o fato ainda estão sendo investigadas pelas autoridades policiais.
Da tribuna, Dr. Yglésio iniciou criticando a demora de quase 20 dias para ser realizada a perícia no veículo onde estava a professora Joelma Rodrigues e de onde supostamente ela teria caído. Ainda segundo o deputado, uma das versões para o fato é de que a vítima teria sido morta pelo companheiro após uma discussão e arremessada do veículo em movimento.
“O negócio está tão sério que ele está como suspeito ainda. E pelo que eu soube, a tendência da delegacia é pelo não indiciamento. O criminoso assassinou a professora Joelma com objeto contundente, um porrete, e ainda inventou a história de que ela se jogou de uma van a 80 quilômetros por hora”, afirmou o deputado.
O parlamentar também falou sobre um caso de suspeição, o que compromete uma investigação imparcial do caso. “A advogada (do suspeito) é casada com o investigador responsável pela investigação. Isso é suspeição em alto nível. Estamos perante uma aberração do ponto de vista de investigação e que só mostra o quanto ainda os crimes são subnotificados e silenciados no interior pelas relações pessoais. Isso não pode e não vai ficar assim”, pontuou.
Para o deputado, há várias situações sobre o caso que merecem ter uma atenção especial. “Uma mulher é encontrada morta, com escoriações que são, de acordo com a médica que atendeu no hospital, compatíveis com uma agressão com objeto contundente. O cidadão diz que discutiu com a mulher, e esse cara não é detido para que ele não, por exemplo, manipulasse a cena do crime, que foi a van?”, questionou Dr. Yglésio.
Em virtude desses possíveis impedimentos, Dr. Yglésio chamou atenção para a necessidade de as investigações sobre o caso serem transferidas para a capital maranhense. “Então, vou mandar para a Corregedoria da Polícia Civil um resumo de todo este caso, pedir ao corregedor que afaste essas pessoas, que o caso seja transferido para a Delegacia Geral acompanhar, pois não tem condições de este inquérito ser conduzido em Tasso Fragoso, da mesma forma que vou encaminhar à Procuradoria Geral de Justiça”, disse
Na manhã desta quarta-feira(27), policiais civis da Superintendência Estadual de Investigações Criminais(SEIC), em ação conjunta como policias do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Goiás (BOPE/GO), dera, cumprimento a um mandado de prisão condenatória contra um homem investigado por cometer um crime de homicídio na cidade de Rio Verde, no Estado de Goiás.
Com base no inquérito policial, no dia 16 de novembro de 2011, a vítima, um cabo da Polícia Militar de Goiás, atendia uma ocorrência de assalto a um estabelecimento comercial da cidade. Durante a ocorrência, o acusado, na companhia de um comparsa tentaram fugiu, momento em que se iniciou uma troca de tiros entre policiais e criminosos, ocasião em que o agente de segurança foi baleado e veio óbito.
Nesta quarta(28), após o compartilhamento de informações entre as forças de segurança dos Estados de Goiás e do Maranhão, equipes policiais conseguiram localizar e prender o criminoso que estava residindo na cidade de São Luís. O indivíduo, que já possui passagens criminais por furto e estelionato, é considerado um criminoso de alta periculosidade.
Participaram da ação, equipes da Polícia Militar do Maranhão (BOPE/PMMA); Polícia Militar de Goiás (BOPE/PMGO) e da Policia Civil do Maranhão (GRT/SEIC) e (DCRIF/SEIC).