PF deflagra Operação ‘Tá na Conta’ em Caxias para investigar esquema de compra de renúncia de candidatas

Foto Reprodução

A Polícia Federal deflagrou a Operação “Tá na Conta” para investigar um suposto esquema de compra de renúncia de candidatos no município de Caxias. A ação apura crimes de corrupção eleitoral e violência política de gênero.

A operação é desdobramento da análise de materiais apreendidos em fase anterior da investigação. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral, em endereços residenciais e órgãos públicos nas cidades de Caxias/MA e Teresina. Entre os investigados estão dois agentes públicos.

Segundo a PF, lideranças políticas locais atuavam como articuladores do esquema, oferecendo vantagens indevidas para que candidatos adversários desistissem da disputa. O objetivo seria enfraquecer partidos oponentes e fraudar a cota de gênero, forçando a renúncia de candidatas mulheres para inviabilizar chapas completas.

Foto Reprodução

Mensagens interceptadas indicam que os investigados teriam oferecido R$ 50 mil e promessas de cargos públicos para que uma candidata deixasse o pleito. Há ainda indícios de que os supostos líderes do esquema acompanhavam as abordagens em tempo real, recebendo fotos das residências das vítimas durante as tentativas de suborno.

A Justiça Eleitoral autorizou a apreensão de dinheiro em espécie, aparelhos eletrônicos e documentos. Os investigados poderão responder por corrupção eleitoral e assédio eleitoral contra mulheres.

Foto Reprodução

Pedras Frias: PF mira fraude milionária em licitação na Prefeitura de Timbiras

Foto Reprodução

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (24), a Operação Pedras Frias para investigar suspeitas de fraude em uma licitação realizada pela Prefeitura de Timbiras, no Maranhão. O foco da apuração é a contratação de uma empresa para fornecer material de expediente ao município com recursos federais destinados à educação, à saúde e à assistência social.

De acordo com as investigações, o contrato envolvia verbas do Fundeb, do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís e Timbiras, por determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Foto Reprodução

A operação é um desdobramento da Operação W.O., realizada em novembro de 2023, que já havia revelado indícios de direcionamento de licitações no município. Segundo a Polícia Federal, há suspeitas de que, ao longo de 2023, um indivíduo e dois servidores municipais tenham atuado para favorecer uma empresa previamente escolhida. Essa empresa acabou vencendo todos os 167 itens do certame, totalizando aproximadamente R$ 7 milhões.

A apuração contou com o apoio da Controladoria-Geral da União no Maranhão, que identificou possíveis irregularidades no processo, como cláusulas que restringiam a competitividade, indícios de superfaturamento e a desclassificação da empresa que havia apresentado o menor preço.

Agora, o material apreendido será analisado pelos investigadores. A partir dessa nova fase, a expectativa é aprofundar as apurações para esclarecer o alcance das irregularidades e a eventual responsabilidade dos envolvidos.

PF investiga advogado por fraude no levantamento de precatórios e RPVS em São Luís

Foto Reprodução

A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão, além da medida cautelar de suspensão do exercício da advocacia no bojo de procedimento investigativo que apura a atuação de um advogado que, valendo-se de sua condição profissional, teria executado esquema fraudulento para levantamento indevido de valores referentes a precatórios e a requisições de pequeno valor (RPVs) em diversos estados do país.

De acordo com os elementos já colhidos, o investigado realizava buscas em sistemas judiciais para identificar processos com mandados de pagamento expedidos. Em seguida, falsificava procurações em nome dos autores/exequentes, anexava tais documentos aos autos, obtinha certidões automáticas que o qualificavam como procurador das partes e, de posse desses documentos, deslocava-se até agências da Caixa Econômica Federal em São Luís, onde realizava o levantamento indevido dos valores.

Até o momento, o prejuízo apurado supera meio milhão de reais, podendo o montante ser ampliado com o avanço das investigações.

Foragido da Justiça do Maranhão por crime sexual é preso pela PF no Piauí

Foto Reprodução

Um homem foragido da Justiça do Maranhão, investigado pela prática de crime sexual, foi preso pela Polícia Federal na segunda-feira (19), no município de Parnaíba, no litoral do Piauí. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do estado.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações indicaram que o suspeito havia se mudado para o Piauí na tentativa de se esconder e evitar o cumprimento de um mandado de prisão expedido pela Justiça maranhense. Após a identificação do paradeiro do foragido, as forças de segurança realizaram diligências que resultaram na captura do investigado.

Ainda segundo a PF, o homem é acusado de ter se aproveitado da confiança e da autoridade que exercia sobre a vítima para cometer o crime, circunstância que agravou a conduta investigada.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

Suspeito de matar criança na Irlanda é preso pela Polícia Federal no MA

Foto Reprodução

A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (23/12), um cidadão irlandês, em São Luís/MA para fins de deportação.

O deportando é suspeito do homicídio de uma criança de três anos de idade na Irlanda e encontrava-se no Brasil em situação migratória irregular. A prisão é resultado de ações de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal, por meio da Superintendência da Polícia Federal no Maranhão e da Diretoria de Cooperação Internacional, com atuação das Adidâncias na Colômbia e no Reino Unido, e a Polícia Nacional Irlandesa.

O processo de deportação segue em trâmite e o deportando será devolvido à Irlanda, em que deverá responder pelas acusações de homicídio

Ação da Receita flagra venda de eletrônicos sem nota fiscal em shopping da capital

Uma operação da Receita Federal realizada na manhã desta quarta-feira (17) resultou na apreensão de uma grande quantidade de eletrônicos comercializados de forma irregular na torre empresarial do Shopping da Ilha, em São Luís. A ofensiva teve como alvo lojas e salas usadas para a venda de aparelhos divulgados principalmente pelas redes sociais, sem comprovação fiscal.

A fiscalização mobilizou equipes da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho (Direp), com apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar e da Anatel. No total, 15 salas comerciais foram vistoriadas ao longo da manhã.

Durante a ação, os agentes recolheram celulares de alto valor, como iPhones, além de smartphones Android, tablets e acessórios. Nenhum dos produtos apresentava nota fiscal no momento da abordagem. Agora, os responsáveis terão de apresentar documentação para tentar regularizar a situação.

Foto Reprodução

A presença dos fiscais provocou correria no prédio. De acordo com a Receita, bolsas cheias de aparelhos foram abandonadas na recepção e um suspeito chegou a tentar deixar o local carregando cerca de 40 iPhones, mas acabou interceptado pela equipe. Apesar das irregularidades, não houve prisões.

Todo o material apreendido será submetido a análise. Os envolvidos podem responder por descaminho e infrações tributárias, conforme a legislação. A Receita Federal informou que novas ações do tipo devem ocorrer, como parte do cerco ao comércio clandestino de eletrônicos na capital maranhense.

Polícia Federal apreende R$ 1 milhão em espécie em São Luís

Foto Reprodução

Nesta segunda-feira (15), a Polícia Federal apreendeu R$1.000.000,00 em espécie, em posse de duas pessoas, após a realização de saque provisionado numa agência bancária localizada em São Luís/MA.

Durante as diligências, verificou-se que os envolvidos eram sócios de uma empresa de engenharia que mantém contratos milionários tanto com o Governo do Estado do Maranhão quanto com o Município de São Luís, alguns deles envolvendo verbas federais.

Diante da coleta de indícios de ocultação da origem ilícita dos recursos, os suspeitos foram conduzidos à Superintendência de Polícia Federal do Maranhão, onde prestaram declarações.

Os valores em espécie e os dispositivos eletrônicos apreendidos serão encaminhados para análise pericial e rastreamento financeiro, com o objetivo de identificar eventuais desvios de recursos públicos.

Assaltante é morto após tentar roubar policial federal à paisana em São Luís

Foto Reprodução

Um homem identificado como Márcio Roberto Santos dos Reis, de 24 anos, foi morto neste domingo (30) ao tentar assaltar um policial federal que estava à paisana, em um semáforo da Avenida dos Holandeses, na entrada da Península, em São Luís.

Segundo o tenente-coronel Renan Leite, do 1º Batalhão da Polícia Militar de Turismo (BPTur), Márcio estava em uma motocicleta e, ao parar no semáforo, abordou outro motociclista que também havia parado no loCAL.

Segundo o tenente-coronel Renan Leite, do 1º Batalhão da Polícia Militar de Turismo (BPTur), Márcio estava em uma motocicleta e, ao parar no semáforo, abordou outro motociclista que também havia parado no local.

A vítima, que estava com o filho na garupa, chegou a ter seus pertences roubados. Em seguida, o policial reagiu e disparou contra o assaltante, que morreu ainda no local.

Policiais do BPTur foram acionados e encontraram com Márcio uma pistola calibre 640, que foi apreendida. O corpo do suspeito foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

De acordo com a Polícia Militar, Márcio Roberto já tinha três passagens pelo sistema prisional e estava com mandado de prisão em aberto, após ter sido condenado a sete anos e três meses de prisão por tráfico de drogas. (Imirante)

PF prende suspeitos de roubo à agência da Caixa no Maranhão

Na manhã desta terça-feira (18/11), a Polícia Federal deflagrou a Operação Stamp, tendo como objetivo ocumprimento de 11 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão temporária nos Estados do Maranhão, Piauí e São Paulo, contra suspeitos de terem envolvimento no roubo à agência da Caixa Econômica Federal de Vitorino Freire/MA, ocorrido em março de 2025.

Na ocasião, seis criminosos fortemente armados com fuzis, encapuzados, fizeram seis pessoas de reféns, e formaram um escudo humano em frente à Agência. Em seguida, os criminosos explodiram o cofre e caixas eletrônicos da agência, subtraindo cerca de R$ 1,6 milhão e evadiram-se do local, deixando os reféns pelo caminho.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Paço do Lumiar/MA, Imperatriz/MA, Bacabal/MA, Santa Inês/MA, Parnaíba/PI e Miracatu/SP, tendo sido empregado um efetivo de 51 Policiais Federais.

Os investigados poderão responder pela prática dos crimes de roubo majorado e organização criminosa.

PF combate esquema de corrupção e fraude eleitoral no Maranhão

Foto Reprodução

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14/11), a Operação Privillegium, com a finalidade de desarticular um esquema delitivo voltado à corrupção de funcionário público e a transferências fraudulentas de eleitores por meio da inserção de dados falsos em sistema da Justiça Eleitoral nas cidades de São Luís/MA e São José de Ribamar/MA.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral no Maranhão.

A ação tem por objetivo aprofundar investigação policial iniciada após comunicação da Corregedoria-Geral do TRE/MA sobre irregularidades ocorridas em um posto de atendimento em São Luís, onde era realizado o registro de eleitores do interior do Estado no sistema do Tribunal.

A apuração identificou indícios iniciais sobre a existência de negociações efetivadas entre grupos políticos interessados e um ex-funcionário colaborador do TRE/MA, nas quais era combinado o pagamento de valores ao servidor em troca da inserção de documentos e dados possivelmente falsos de eleitores no sistema informatizado da Justiça Eleitoral.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informação e associação criminosa.