Nesta sexta-feira o Brasil pode superar recorde de medalhas em Olimpíadas

Até o momento, o Brasil já conquistou, de fato, 16 medalhas na Tóquio-2020 – quatro de outro, quatro de prata e oito de bronze. Mas pelo menos mais três medalhas já estão garantidas. Uma delas com a seleção masculina de futebol, que busca o bicampeonato olímpico na noite deste sábado (7), em final a ser disputada contra a Espanha. Além disso, o boxe também já assegurou outras duas medalhas, com as classificações dos pugilistas Hebert Conceição e Beatriz Ferreira para as finais, em suas respectivas categorias.

Com isso, o Brasil já iguala o recorde de 19 pódios obtidos na Rio-2016, ocasião em que o saldo final foi de sete medalhas de ouro, seis de prata e seis de bronze. Outras boas chances de a delegação brasileira em Tóquio superar a marca histórica estão com o vôlei masculino, que disputa a medalha de bronze contra a Argentina na manhã deste sábado (7); e esportes que ainda estão com disputas em aberto, como canoagem, hipismo e atletismo. A cerimônia de encerramento da Tóquio-2020 será neste domingo (8), às 20 horas no horário local (13 horas em Paris).

Esta edição da Olimpíada já entrou para história, também, por conta do contexto atípico, em razão da pandemia da Covid-19, que fez o evento ser adiado por um ano.

Mesmo com essa mudança de data, como o problema da pandemia ainda segue sem um desfecho, pela primeira vez na história uma edição dos Jogos Olímpicos tem sido realizada sem a presença de público, outro fator incomum.

Antes de a Olimpíada ter início, a maior preocupação do “time Brasil”, assim como de outras delegações e dos organizadores dos Jogos, era, óbvio, o coronavírus. O bom desempenho do Brasil, com algumas conquistas inéditas e históricas, melhorou bastante o ambiente entre os atletas e dirigentes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Os principais destaques vão para as medalhas conquistadas em esportes estreantes nas Olimpíadas, como o ouro de Ítalo Ferreira no surfe e as três pratas obtidas no skate, com os atletas Kevin Hoefler, Rayssa Leal e Pedro Barros; e para as duas medalhas (ouro e prata) da ginasta Rebeca Andrade, as primeiras da ginástica feminina brasileira na história dos Jogos.

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