Sem comunicar ninguém, Eduardo Braide deixa pessoas com deficiência e idosos sem passe livre no transporte público

A pinta de bom moço de Eduardo Braide, começa a ser desconstruída por ele mesmo. Neste último fim de semana o prefeito de São Luís decidiu suspender o direito à gratuidade do transporte coletivo de idosos e deficientes. Parece absurdo né? Até porque esse é um direito assegurado pela 4328/2004.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte, o motivo da suspensão seria suspeita de fraude no sistema de gratuidade. Mas isso não foi comunicado oficialmente aos usuários,sem nenhum tipo de aviso qualquer prévio e em pleno último dia útil da semana, onde qualquer trabalhador assalariado de classe média baixa, está com a conta zerada, a SMTT suspendeu todas as carteiras de identificação dos deficientes físicos, mentais e sensoriais cadastrados no sistema de transporte.

Um ato desrespeitoso, para não dizer desumano. Imagine você sair de casa sem dinheiro, contando apenas com o cartão de transporte e na hora de passar na catraca do ônibus, descobrir que seu acesso está bloqueado?! Humilhante não é mesmo?

Foi exatamente o que aconteceu com Itevaldo Santos que é deficiente visual, ao tentar passar seu cartão foi surpreendido com o bloqueio e ainda foi informado que haverá limites no crédito de passagem, o que causa estranheza, porque na lei não tem nada que limita o número de passagens que cada idoso ou deficiente tem direito. Mas garante que de acordo com as condições de mobilidade, cada idoso ou deficiente terá direito a um acompanhante.

Na humilde opinião do blog do Belfort, o combate às fraudes deve ser feito sim, mas de forma organizada. Antes de deixar todo mundo ” na mão”,passando vergonha dentro dos coletivos, a gestão Braide deveria ter investido em uma forte campanha de INFORMAÇÃO para que as pessoas pudessem se preparar financeiramente, para tais mudanças. Paciência… Braide nunca foi pobre, vem de berço político, ele não sabe o que é sair de casa só com a passagem de ida e volta do coletivo. Se duvidar nunca nem andou de ônibus.

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