Inquérito apurar denúncias de maus-tratos em escola de Balsas

MPMA

O Ministério Público do Estado do Maranhão instaurou um inquérito civil para apurar denúncias de possíveis agressões físicas e maus-tratos contra alunos de uma escola municipal em Balsas, no povoado Santa Maria.

A medida foi assinada pelo promotor de justiça Nilceu Celso Garbim Junior, que responde pela 3ª Promotoria de Justiça de Balsas.

Segundo o Ministério Público, o procedimento investiga supostas condutas atribuídas a uma professora da Escola Municipal em Tempo Integral Dr. Luis Gonzaga, incluindo relatos de agressões físicas e psicológicas contra estudantes, além de possível omissão da Secretaria Municipal de Educação diante das denúncias.

O órgão destacou que já existem elementos iniciais, como registros escolares e relatos colhidos, que indicam a necessidade de aprofundamento das investigações para esclarecimento dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos.

Bebê morre vítima de maus tratos, espancamento e indícios de violência sexual; pai é preso

UPA de Paço do Lumiar

Um bebê que ia completar seis meses de vida, Lucas Barbosa, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Maiobão, em Paço do Lumiar, nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, 22, com marcas de espancamento e fortes indícios que ter sido vítima de violência sexual.

A criança já estava morta e a mãe acusou o pai de ser o autor do crime. O homem, que não teve o nome divulgado foi preso e autuado em flagrante, sendo conduzido primeiramente para a delegacia do Maiobão e em seguida para a Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) em São Luís. Outras denúncias feitas pela mãe da vítima contra o investigado estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Maranhão.

Revoltante: veja vídeo de criança autista amarrada durante aula por “mau comportamento”

Foto Reprodução

Goiânia – Um menino autista de apenas 3 anos foi amarrado a uma cadeira, em uma escola no município de Posse, no nordeste goiano. O caso foi descoberto pela própria família da criança, que tem acesso à câmera de segurança localizada dentro da sala de aula, e denunciado à Polícia Civil.

Pelas imagens, os pais viram a criança se arrastando no chão, com uma cadeira “colada” ao corpo.

Veja:

Criança autista mudou comportamento

À polícia a família do menino relatou que, após o episódio, ele apresentou mudança de comportamento. Conforme denúncia dos familiares, ele ficou estranho, não queria ir à escola. Por esse motivo, os pais decidiram verificar as imagens de segurança.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Humberto Soares, a diretora da unidade de educação contou que a criança foi mesmo amarrada, como uma tentativa de acalmá-la.

“A diretora disse para a mãe que efetivamente amarrou a criança, porque ela não estava se comportando bem e estava dando problema para se controlar na sala de aula”, disse o delegado ao portal G1.