Quase 25 mil litros de combustível roubados são recuperados em Sítio Novo

Foto Reprodução

Na noite da última quarta-feira (1º), a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) recuperou, no município de Sítio Novo, um caminhão e aproximadamente 25 mil litros de combustível que haviam sido roubados na capital maranhense, São Luís.

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A ocorrência teve início após informações repassadas à guarnição da Polícia Militar de Grajaú, dando conta do roubo de um caminhão registrado na última segunda-feira (30). A partir disso, equipes da Delegacia de Polícia Civil de Grajaú iniciaram diligências, contando com o apoio do Departamento de Combate ao Roubo de Cargas (DCRC/SEIC).

Durante as buscas, realizadas no município de Sítio Novo, a carga foi localizada em um posto de combustível situado na zona rural da cidade, sem a presença de suspeitos.

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No decorrer da apuração, foi possível identificar e recuperar toda a carga transportada, sendo cerca de 18 mil litros de gasolina e 7 mil litros de diesel S10, totalizando aproximadamente 25 mil litros de combustível, oriundos da ação criminosa.

O veículo e a carga recuperados foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Grajaú, onde serão adotadas as medidas legais cabíveis.

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O Departamento de Combate ao Roubo de Cargas (DCRC) segue com as investigações para identificar e responsabilizar os autores do crime.

Mulher é presa suspeita de matar companheiro e suposta amante em Sítio Novo

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A Polícia Civil do Maranhão realizou, na manhã desta quinta-feira (16), uma ação no município de Sítio Novo com o objetivo de dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão e a um mandado de prisão temporária contra uma mulher suspeita de envolvimento no crime de homicídio qualificado que vitimou o próprio companheiro e a suposta amante dele.

De acordo com as investigações, no último dia 9 de janeiro, os corpos das vítimas foram encontrados despidos, em uma área de mata, no banco traseiro de um veículo localizado no povoado Santa Maria, zona rural de Sítio Novo.

Assim que tomou conhecimento do crime, a Delegacia de Polícia de Sítio Novo deu início às investigações, que apontaram indícios da participação da mulher no duplo homicídio. Com base nos elementos colhidos durante o inquérito policial, o Poder Judiciário expediu as ordens judiciais de busca e prisão.

A ação policial contou com o apoio de equipes da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz e da Delegacia de Polícia de Porto Franco.

Após o cumprimento das formalidades legais na unidade policial, a mulher foi encaminhada para a Unidade Prisional Feminina de Carolina, onde permanecerá à disposição da Justiça. As investigações seguem a fim de identificar e prender outros possíveis envolvidos no crime.

A Polícia Civil do Maranhão reforça a importância da colaboração da população por meio do Disque-Denúncia, pelo telefone (99) 98475-5975, garantindo o sigilo das informações repassadas.

Operação conjunta resgata trabalhadores em situação análoga à escravidão em Grajaú e Sítio Novo

PF em operação no interior do Maranhão

A Polícia Federal compôs, no final de janeiro, Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo, em parceria com integrantes do Ministério do Trabalho e Emprego, da Procuradoria do Trabalho, Defensoria da União e Polícia Rodoviária Federal, tendo atuado nas cidades de Grajaú/MA e Sítio Novo/MA. O trabalho se deu basicamente em carvoarias localizadas na zona rural daqueles municípios.

A identificação e seleção das carvoarias foi realizada com base em uma metodologia de análise de dados e processamento de imagens de satélite, que mapearam as unidades de produção de carvão vegetal.

Entre as carvoarias inspecionadas, houve uma no município de Grajaú, onde os trabalhadores eram submetidos a diversas irregularidades trabalhistas, tais como: excesso de jornada, não concessão de férias, não fornecimento de equipamentos de proteção individual de forma adequada, transporte irregular, entre outras.

PF em operação no interior do Maranhão

No âmbito criminal, foi encaminhado Informação de Polícia Judiciária para instauração de inquérito policial para apuração dos fatos. Se confirmada a hipótese criminal, os investigados poderão responder por crimes de reduzir alguém a condição análoga à escravidão, em razão das condições degradantes registradas durante a fiscalização.