PF mira fraude em CPFs e prejuízo de R$ 13 milhões no Maranhão

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (7/8), a Operação Identidade Ficta, em São Luís/MA, com o objetivo de apurar a suposta prática do crime de inserção de dados falsos em sistema de informações da Administração Pública.

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Na ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão e determinada medida cautelar de afastamento das funções públicas de um empregado público da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

A investigação teve início a partir de comunicação formal encaminhada pela Receita Federal do Brasil e, posteriormente, reforçada pelos Correios, após a identificação de inconsistências em procedimentos realizados no sistema de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Segundo as apurações, o investigado, que possuía acesso funcional ao sistema, teria utilizado indevidamente suas credenciais para inserir informações falsas no banco de dados governamental.

As apurações identificaram 5.365 inscrições de CPF realizadas pelo empregado público. Desse total, 2.561 foram classificadas como fraudulentas, além de outras ocorrências consideradas suspeitas ou inconclusivas.

Os elementos reunidos até o momento indicam que as inscrições irregulares teriam sido utilizadas para obtenção indevida de benefícios financeiros, causando prejuízo estimado em mais de R$ 13 milhões aos cofres públicos.

As investigações continuam com o objetivo de esclarecer integralmente os fatos, identificar possíveis envolvidos e dimensionar a extensão dos danos causados. As condutas investigadas poderão, em tese, configurar crimes contra a Administração Pública.

PF combate esquema de fraudes contra o INSS no Maranhão

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/8), a Operação Procuração Fantasma, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de praticar fraudes em prejuízo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A investigação identificou indícios de um esquema criminoso voltado ao cadastramento fraudulento de procuradores vinculados a titulares de benefícios assistenciais. Segundo as investigações, o esquema tinha como finalidade manter os benefícios ativos por tempo indeterminado e viabilizar a contratação de empréstimos consignados em nome dos beneficiários. Há indícios de que os titulares dos benefícios eram pessoas fictícias, criadas mediante o uso de identidades falsas.

Levantamento realizado pela Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) aponta que o prejuízo causado aos cofres públicos pode alcançar cerca de R$ 5,7 milhões.

São cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís/MA, Santa Luzia do Paruá/MA e Zé Doca/MA. Também foram autorizadas pela Justiça medidas cautelares de afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, bem como o arresto de bens para assegurar o ressarcimento dos prejuízos causados.

Os investigados poderão responder, conforme o grau de participação de cada um, pelos crimes de estelionato majorado contra entidade de direito público, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso.

PF apreende 600 ampolas de medicamentos proibidos que seriam enviadas ao MA

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A Polícia Federal apreendeu uma carga com 600 ampolas de medicamentos de importação proibida que teria como destino o Maranhão. A ação ocorreu na quarta-feira (29), durante uma fiscalização no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no Paraná. Um homem foi preso em flagrante.

Segundo a PF, os agentes realizavam procedimentos de rotina no terminal aeroportuário quando identificaram a carga suspeita durante a inspeção da bagagem do passageiro. As ampolas foram encontradas e imediatamente apreendidas.

De acordo com as investigações iniciais, os medicamentos seriam transportados para o Maranhão. O material será encaminhado para perícia, que deverá auxiliar na identificação da origem dos produtos e esclarecer a finalidade do transporte.

Após a abordagem, o suspeito foi conduzido à unidade da Polícia Federal, onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária. Ele poderá responder por crimes relacionados a contrabando e contra a saúde pública.

A PF informou que as investigações continuam para descobrir como a carga entrou no país e se há participação de outras pessoas no esquema de transporte dos medicamentos.

Maranhão é o estado com mais investigações por crimes eleitorais em 2026

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O Maranhão é o estado brasileiro com o maior número de inquéritos instaurados pela Polícia Federal para apurar crimes eleitorais em 2026. De acordo com o painel de monitoramento da corporação, atualizado nesta semana, já são 92 investigações em andamento no estado, o maior volume registrado entre todas as unidades da Federação.

Ao todo, a Polícia Federal abriu 814 inquéritos em todo o país neste ano eleitoral. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 86 procedimentos, seguido pelo Ceará (81) e São Paulo (67).

Os dados mostram que a maioria das investigações em andamento no Brasil está relacionada à falsidade ideológica para fins eleitorais, com 287 ocorrências. Na sequência aparecem inscrição fraudulenta de eleitor (210 casos), corrupção eleitoral, conhecida como compra de votos (127), além de crimes envolvendo propaganda eleitoral, recursos de campanha e violência política contra candidatas.

Embora o painel da PF não detalhe quais municípios maranhenses concentram as investigações, o fato de o estado liderar o ranking nacional chama atenção em um momento de intensa movimentação política, com convenções partidárias, formação de chapas e o início da corrida eleitoral.

Os números revelam ainda que quase todos os inquéritos foram instaurados por meio de portaria, indicando a existência de indícios suficientes para abertura das investigações. Apenas quatro procedimentos tiveram origem em prisões em flagrante em todo o país.

Operação Fundo Oculto mira organização que abasteceu campanhas eleitorais com dinheiro público no MA

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Nesta quarta-feira (10), a Polícia Federal deflagrou a operação Fundo Oculto com o objetivo de desarticular duas organizações criminosas responsáveis por desvio de recursos públicos e pelo financiamento ilícito de campanhas eleitorais nas eleições municipais de 2024, no estado do Maranhão.

As investigações identificaram um esquema estruturado que utilizava empresas detentoras de contratos com prefeituras maranhenses para canalizar recursos públicos que, logo após o crédito nas contas empresariais, eram rapidamente convertidos em espécie. Os dois grupos operavam com o auxílio de um funcionário de um banco em São Luís.

A apuração revelou que o fluxo financeiro atingiu picos nas semanas imediatamente anteriores ao pleito, com movimentações atípicas que totalizaram quase R$ 10 milhões. Apenas em um dos núcleos investigados, os valores movimentados para repasses ilícitos somaram aproximadamente R$ 2 milhões.

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As evidências demonstram que o esquema utilizava uma técnica de lavagem de dinheiro. Os recursos eram sacados das contas das empresas e depositados em contas de laranjas. Também foram identificadas planilhas informais de “caixa dois” e arquivos que tratavam explicitamente da logística de entrega de valores e do monitoramento da presença policial nas imediações do banco.

Até o momento, foram identificados 15 candidatos beneficiados diretamente pelo esquema ou destinatários de tratativas de repasses ilícitos. Os repasses eram pulverizados entre servidores.

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Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão, além do afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, do afastamento de um funcionário público e do sequestro de bens no valor de R$ 4 milhões. As medidas visam identificar a extensão do esquema criminoso, recuperar ativos desviados e interromper a continuidade das práticas ilícitas.

Os investigados poderão ser indiciados pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, desvio de recursos públicos e outros crimes contra a administração pública.

PF cumpre mandados no MA contra organização investigada por fraudes previdenciárias

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (26), a Operação Paredão, com o objetivo de combater um esquema criminoso suspeito de aplicar fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação contou com apoio da Coordenação de Inteligência Previdenciária (COINP).

Ao todo, foram cumpridos sete mandados judiciais nas cidades de São Luís e Vitorino Freire, no Maranhão. Entre as medidas autorizadas pela Justiça estão um mandado de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí.

As investigações apontam que o grupo utilizava documentos falsificados e realizava alterações indevidas em dados cadastrais e nos locais de pagamento dos benefícios previdenciários. O objetivo era garantir a concessão irregular e a continuidade do recebimento indevido dos pagamentos do INSS.

Segundo a Polícia Federal, durante as apurações foram identificados diversos benefícios com fortes indícios de fraude, com apoio do Banco do Brasil. Os investigadores também descobriram que os valores eram sacados por um dos integrantes do esquema, apontado como responsável pela movimentação financeira dos recursos obtidos ilegalmente.

Além das buscas e da prisão, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores superiores a R$ 1 milhão pertencentes aos investigados, bem como a suspensão dos benefícios previdenciários ligados ao esquema criminoso.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato majorado, falsidade ideológica e uso de documento falso.

De acordo com a Polícia Federal, a Operação Paredão faz parte das ações de enfrentamento às fraudes previdenciárias e busca evitar prejuízos aos cofres públicos e ao sistema de seguridade social do país.

PF deflagra Operação Arthros contra esquema milionário de caixa dois e lavagem de dinheiro no MA

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A Polícia Federal deflagrou hoje (21) a operação Arthros com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por desvio de recursos públicos e financiamento ilícito de campanhas eleitorais nas eleições municipais de 2024, no Maranhão.

As investigações identificaram um esquema estruturado e sofisticado que utilizava empresas de fachada, contratos simulados e notas fiscais frias para dissimular a origem de recursos públicos, que eram canalizados para campanhas eleitorais. O grupo também operava por meio de contas bancárias de terceiros e realizava saques em espécie e transferências fracionadas, prática típica de lavagem de dinheiro destinada a dificultar o rastreamento das operações.

A apuração revelou que, nos 15 dias que antecederam o pleito eleitoral de 2024, foram movimentados valores superiores a R$ 1,9 milhão, com a distribuição de mais de R$ 1,2 milhão a candidatos e intermediários. Há indícios de que parte significativa desses recursos tenha origem em contratos públicos, desviados para fins eleitorais.

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As evidências reunias demonstram a atuação coordenada dos investigados, que teriam exercido papel central na definição dos valores, escolha dos beneficiários e operacionalização dos repasses, por meio de um verdadeiro gabinete paralelo de financiamento eleitoral ilícito. Até o momento, foram identificados vários candidatos beneficiados pelo esquema, em diversos municípios do estado. Os repasses ocorriam de forma pulverizada, inclusive por intermédio de pessoas interpostas, indicando clara tentativa de ocultação do destino final dos recursos.

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Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além do afastamento dos sigilos bancário, fiscal e telemático dos investigados, afastamento de 4 servidores públicos e indisponibilidade de bens no valor de R$ 2 milhões. As diligências foram realizadas nas cidades de São Luís-MA, Paço do Lumiar-MA, Barreirinhas-MA, Codó-MA, Matões-MA e Teresina-PI.

As medidas visam aprofundar a coleta de provas, identificar a extensão do esquema criminoso, recuperar ativos desviados e interromper a continuidade das práticas ilícitas. Os investigados poderão responder pelos crimes de caixa dois eleitoral, corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra a Administração Pública e desvio de recursos públicos, além de outras infrações penais conexas.

PF deflagra operação contra crimes sexuais infantis na internet

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (19/5), a operação Conteúdo Proibido 20. O objetivo da ação é colher elementos de autoria e materialidade em investigação que apura crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes praticados por meio da internet.

A operação visa ao cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão. Desse total, um cumpre-se no município de Timbiras/MA — pertencente à circunscrição da Delegacia de Polícia Federal em Caxias/MA — e três em áreas rurais do estado de Minas Gerais.

Nesta 20ª fase, a Polícia Federal reafirma seu compromisso permanente no combate aos crimes cibernéticos contra vulneráveis. Durante as buscas, equipamentos de informática e mídias de armazenamento foram apreendidos. Os materiais serão submetidos à perícia criminal federal para extração e análise de dados, com o objetivo de identificar novas vítimas e agressores.

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A Polícia Federal alerta pais e responsáveis sobre a importância de monitorar o uso da internet por crianças e adolescentes. A prevenção e a orientação sobre os riscos no ambiente virtual são ferramentas fundamentais para garantir a segurança dos jovens.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de produção, venda, armazenamento e compartilhamento de material contendo cena de abuso sexual infantil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As penas máximas para esses delitos, somadas, podem ultrapassar 24 anos de reclusão.

Força-tarefa mira Igreja Shekinah por suspeita de trabalho escrava em Paço do Lumiar

Uma operação conjunta mobilizou a Polícia Federal, o Ministério Público do Trabalho e Auditores-Fiscais do Trabalho nesta segunda-feira, 27 de abril, no município de Paço do Lumiar.

A ação foi desencadeada para apurar denúncias graves de submissão de pessoas a condições análogas à de escravo dentro de um estabelecimento que se apresenta como instituição religiosa. Segundo as investigações, o local abrigaria pessoas em situação de vulnerabilidade social, incluindo cidadãos com deficiências intelectuais e físicas, que estariam sendo utilizados em atividades produtivas sob o pretexto de ações terapêuticas e ocupacionais.

O cenário identificado pelas autoridades aponta para uma estrutura que funcionava à margem da lei, operando serviços sem qualquer licenciamento administrativo, regularização legal ou a devida habilitação técnica dos responsáveis. Além da ausência de suporte técnico, foram encontrados indícios de irregularidades severas nas condições de segurança, permanência e atendimento dos residentes.

Enquanto a Polícia Federal foca na identificação de possíveis ilícitos criminais, os órgãos trabalhistas verificam as violações cíveis e administrativas decorrentes da exploração irregular. As diligências continuam em curso para detalhar a dimensão das violações e garantir a proteção das vítimas.

PF reforça segurança para show do Guns N’ Roses em São Luís

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O aguardado show da banda Guns N’ Roses, marcado para o dia 21 de abril, em São Luís, já está sendo intensificada com a atuação da Polícia Federal do Brasil. O órgão atua nos bastidores do evento para garantir que todos os serviços de segurança privada estejam dentro das normas legais.

De acordo com a Polícia Federal, equipes técnicas se reuniram com os organizadores do espetáculo para alinhar o planejamento operacional e conferir toda a documentação exigida. A iniciativa busca assegurar que o evento ocorra com total regularidade e dentro dos padrões estabelecidos pela legislação.

Entre as medidas adotadas estão a fiscalização das empresas contratadas e a verificação da qualificação dos profissionais que irão atuar na segurança do público. A checagem inclui a regularidade das credenciais e a habilitação dos trabalhadores envolvidos.

O objetivo da ação é garantir que apenas empresas autorizadas e profissionais devidamente capacitados sejam responsáveis pela segurança durante o show, que deve atrair um grande público ao Estádio Castelão.

A expectativa é de que o evento reúna milhares de fãs, reforçando a necessidade de um esquema de segurança eficiente e rigorosamente fiscalizado.