FICCO/MA mira esquema de “caixinha” do crime organizado e cumpre 17 mandados em Chapadinha

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Ação da FICCO/MA cumpre 17 mandados e mobiliza cerca de 80 policiais para desarticular esquema de arrecadação ilegal via “caixinha” e transferências por PIX em operação integrada nacional.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MA) deflagrou, na manhã desta terça-feira (12/05), a Operação Descenso III no âmbito da Operação Força Integrada II, iniciativa nacional realizada simultaneamente em 14 estados da federação.

A ação foi desencadeada com o objetivo de desarticular o esquema de financiamento de uma facção criminosa atuante na cidade de Chapadinha/MA e adjacências.

A investigação é desdobramento das Operações Descenso e Descenso II, deflagradas pela FICCO/MA, respectivamente, em junho de 2025 e fevereiro de 2026.

A operação ocorre no município de Chapadinha/MA.

Durante a ação estão sendo cumpridos 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão, com o emprego de aproximadamente 80 (oitenta) policiais.

Participam da operação integrantes da FICCO/MA, do Centro Integrado de Segurança Pública – CISP, da Superintendência da Polícia Civil do Interior – SPCI, da Delegacia Regional da Polícia Civil de Chapadinha/MA e do 16º Batalhão de Polícia Militar do Maranhão.

Entre os alvos estão pessoas suspeitas de financiar e integrar a organização criminosa por meio de contribuições mensais (a chamada “caixinha”), repassadas por transferências eletrônicas (PIX) às lideranças da facção.

Os recursos eram utilizados, segundo a apuração, para custeio de armas, drogas, pagamento de advogados e auxílio a familiares de membros presos ou mortos.

Aos investigados são imputados, conforme o caso, os crimes de integrar e financiar organização criminosa (Lei nº 12.850/2013), tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no curso das diligências.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) foi criada com base no conceito de força-tarefa e tem como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas por meio da atuação conjunta das instituições de segurança pública.

No Maranhão é composta por integrantes da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Militar e do Centro de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Empresária investigada por agredir doméstica grávida é presa no Piauí

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A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada por agredir uma jovem doméstica grávida no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís, foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí, após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e mobilizou autoridades após a divulgação das denúncias de violência contra a jovem grávida de 19 anos.

Além da prisão da empresária, o policial militar citado nas denúncias também já foi identificado e teve mandado de prisão expedido pela Justiça. Ele ainda passou a responder a um procedimento instaurado pela Corregedoria da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).

A informação sobre a prisão foi divulgada pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão, que afirmou que as investigações seguem para identificar todos os envolvidos e adotar as medidas cabíveis.

Empresária é considerada foragida após agredir funcionária grávida

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A Justiça decretou a prisão preventiva da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos nesta quinta-feira (7), por tortura e agressão contra uma empregada doméstica de 19 anos, grávida de cinco meses. O crime ocorreu em Paço do Lumiar (MA).

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi agredida com socos e chutes após ser falsamente acusada de furtar um anel. Mesmo após a joia ser encontrada, a violência continuou com a participação de um segundo suspeito ainda não identificado.

Carolina Sthela não foi localizada em sua residência e é considerada foragida..

Operação mira “jogo do tigrinho” e investiga influenciadores por esquema de apostas no MA

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A Polícia Civil do Maranhão, em apoio à Polícia Civil do Distrito Federal, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6), uma operação de combate a uma organização criminosa investigada por promover plataformas ilegais de apostas online, popularmente conhecidas como “jogo do tigrinho”. A força-tarefa foi realizada de forma simultânea em diversos estados da federação.

No Maranhão, mais especificamente em São Luís, a ação foi coordenada pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), por meio do Grupo de Resposta Tática(GRT), que cumpriu mandados judiciais de busca e apreensão em um endereço localizado no bairro do Anil.

A investigação apura a atuação de influenciadores digitais e integrantes de grupo criminoso suspeitos de utilizar redes sociais para induzir usuários a realizarem apostas, mediante falsas promessas de ganhos elevados e demonstrações enganosas de riqueza e lucro fácil.

Segundo as apurações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal, os investigados utilizavam estratégias de marketing digital para ampliar o alcance das plataformas ilegais, ostentando elevado padrão de vida e simulando ganhos financeiros irreais com o objetivo de atrair vítimas para os jogos de azar online.

A operação integra um esforço conjunto entre as Polícias Civis de diversos estados no enfrentamento às organizações criminosas envolvidas com crimes de estelionato eletrônico, lavagem de dinheiro, associação criminosa e exploração ilegal de jogos de azar.

Suspeito de matar estudante brasileira no Paraguai se apresenta à polícia no Maranhão

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Um homem investigado pelo assassinato da estudante de medicina Julia Vitória Sobierai Cardoso se apresentou à Polícia Civil nesta segunda-feira (4), em São Luís. Vitor Rangel Aguiar, ex-companheiro da vítima, compareceu à Casa da Mulher Brasileira após ser apontado como principal suspeito do crime, ocorrido no fim de abril em Ciudad del Este, no Paraguai, região de fronteira com o Brasil.

De acordo com as investigações do Ministério Público paraguaio, o crime aconteceu no apartamento onde Julia morava com uma colega. A principal hipótese é de que o assassinato tenha sido motivado pela não aceitação do término do relacionamento por parte do suspeito.

Segundo o promotor Osvaldo Zaracho Romero, a jovem foi atacada com extrema violência, sofrendo dezenas de golpes com objetos perfurantes, além de sinais de estrangulamento. Ele afirmou ainda que o suspeito teria se reaproximado da vítima sob o pretexto de amizade e, no dia do crime, foi até o local alegando querer conversar.

Após o homicídio, Vitor teria deixado o Paraguai e retornado ao Brasil, onde passou a ser procurado pelas autoridades.

Natural de Chapecó e criada em Navegantes, em Santa Catarina, Julia vivia no Paraguai desde 2025, onde cursava medicina. O caso é tratado como feminicídio.

TJMA reforça importância do registro de denúncias e garante sigilo ao cidadão

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O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio da sua Ouvidoria, reforça a importância da participação ativa da sociedade no fortalecimento da Justiça, incentivando o registro de denúncias, reclamações, sugestões e elogios por meio dos canais oficiais disponíveis.

A manifestação do cidadão é uma ferramenta essencial para o aprimoramento dos serviços prestados pelo Poder Judiciário. Ao registrar uma denúncia, o usuário contribui diretamente para a identificação de falhas, correção de irregularidades e melhoria contínua do atendimento.

A Ouvidoria do TJMA disponibiliza canais acessíveis e seguros para o envio das manifestações, incluindo atendimento eletrônico, telefônico e presencial, garantindo praticidade e comodidade à população.

Um dos principais compromissos do Tribunal é assegurar a confidencialidade das informações. O cidadão pode registrar sua denúncia com total segurança, tendo a garantia de que seus dados pessoais serão preservados e tratados com absoluto sigilo, conforme as normas vigentes.

A Ouvidoria do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) tem registrado um aumento significativo no número de denúncias recebidas, refletindo a confiança crescente da população nos canais institucionais de escuta e participação social.

No ano de 2025, foi alcançado um marco histórico: 316 denúncias recebidas, o maior número já registrado pela Ouvidoria. O dado evidencia não apenas o fortalecimento do canal, mas também o engajamento dos cidadãos no controle social e na busca por um Judiciário mais transparente e eficiente.

Esse crescimento está diretamente relacionado à ampliação e diversificação dos canais de atendimento disponibilizados pela Ouvidoria, que permitem ao cidadão registrar manifestações de forma acessível, prática e segura. Além disso, a garantia de sigilo das informações tem sido um fator essencial para que mais pessoas se sintam encorajadas a relatar possíveis irregularidades.

A atuação da Ouvidoria reforça seu papel como ponte entre a sociedade e o Poder Judiciário, contribuindo para a identificação de falhas, o aprimoramento dos serviços e a promoção da integridade institucional.

O TJMA reafirma, assim, seu compromisso com a transparência, a escuta ativa e o fortalecimento dos mecanismos de participação cidadã, incentivando a população a continuar utilizando os canais da Ouvidoria sempre que necessário.

CANAIS DE ATENDIMENTO

FORMULÁRIO ELETRÔNICOhttps://sistemas.tjma.jus.br/attende/xhtml/frmAvisoOuvidoria.jsf

CHAThttps://www.tjma.jus.br/portal

TELEGRAMhttps://t.me/TeletjmaBot

TELEJUDICIÁRIO: – 0800-7071581 / (98) 2055-2000

EMAIL INSTITUCIONAL: [email protected]

ATENDIMENTO PRESENCIAL: de 2ª a 6ª feira, no horário de 8h às 18h, na própria unidade, localizada no Fórum Desembargador Sarney Costa, na Av. Carlos Cunha, s/n°, Térreo, bairro Calhau, São Luís/MA. CEP: 65.076-820;

CARTA: endereçada à unidade, no endereço acima;

APLICATIVO MÓVEL: Ouvidoria TJMA, de acordo com a Lei Federal nº 14.129/2021

WhatsApp: (98) 98880.5251

Balcão Virtual: https://vc.tjma.jus.br/bvouvidoria

Ex-vereador Farys Miguel é morto a tiros em Dom Pedro

Ex-vereador Farys Miguel

O ex-vereador Farys Miguel, do município de Dom Pedro, foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira (27). A execução aconteceu em uma rua da cidade, chamando a atenção de populares.

Em 2015, quando presidia a Câmara Municipal de Dom Pedro, Miguel já havia sido vítima de um atentado, porém sobreviveu.

Ele era casado com a ex-prefeita Rosa Nogueira e pai da médica e vereadora Ludymila Nogueira.

Sargento da PM é morto a tiros durante ataque em São Luís

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O sargento da Polícia Militar do Maranhão, Marx Hommel Rocha Gomes, de 36 anos, foi morto a tiros na noite de quinta-feira (23), no bairro São Raimundo, em São Luís. O policial estava de folga quando foi surpreendido por criminosos armados na Rua da Glória, nas proximidades da Praça da Família.

Segundo informações preliminares, os suspeitos chegaram ao local e efetuaram diversos disparos. O sargento foi atingido e morreu ainda no local antes da chegada do socorro. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do ataque e mostram a correria de moradores após a sequência de tiros.

Durante o atentado, outras duas pessoas também foram baleadas. Um jovem foi atingido no braço direito, enquanto um homem sofreu ferimentos no pescoço e no tórax. As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Municipal Socorrão II. Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado de saúde delas.

O policial integrava a Polícia Militar do Maranhão desde 2014 e atualmente atuava no 43º Batalhão da PMMA.

Em nota oficial, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão lamentou a morte do sargento e afirmou que todas as forças de segurança estão mobilizadas para identificar e prender os responsáveis pelo crime.

A pasta informou ainda que a investigação foi iniciada pela Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa, que realiza diligências, análise de imagens de segurança e coleta de informações no local do crime.

O 43º Batalhão da Polícia Militar também divulgou nota de pesar, destacando o comprometimento, a responsabilidade e a dedicação do sargento Marx Hommel Rocha Gomes à segurança pública do estado.

Fio Cortado: PC desarticula célula de facção criminosa e bloqueia R$ 610 mil no MA

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Polícia Civil do Maranhão, por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado, integrante da Superintendência Estadual de Investigações Criminais, deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 23, a Operação Fio Cortado, visando ao enfrentamento de célula de uma organização criminosa ultraviolenta de relevância nacional.

A investigação identificou integrantes, tanto na capital quanto no interior do Maranhão, que atuam na tomada de decisões e na exploração do tráfico de drogas, com movimentação bancária de cifras vultosas no contexto de atividade dessa facção.

Também se descobriu o envolvimento de um advogado, o qual serviu como mensageiro das ordens emanadas de um líder da facção. Atualmente ele e encontra preso.

Assim, a Operação culminou no cumprimento de cinco mandados de prisão temporária (inclusive do advogado transmissor das ordens advindas do presídio), de cinco mandados de busca domiciliar e na ordem judicial de bloqueio de valores de aproximadamente R$ 610.000,00 (seiscentos e dez mil reais). A polícia ainda realizou a apreensão de veículos e objetos obtidos com ganhos ilícitos.

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As ações ocorreram em São Luís e em Chapadinha/MA, com o apoio do Departamento de Combate ao Roubo de Carga (DCRC), do Grupo de Resposta Tática (GRT) e do Departamento de Combate a Crimes contra Instituições Financeiras (DCRIF), todos integrantes da Superintendência Estadual de Investigações Criminais.

A Operação Fio Cortado também integra o cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas), coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança6 Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A iniciativa articula unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta integrada e de alta precisão no combate ao crime organizado.

Justiça mantém preso pastor investigado por abusos e punições contra fiéis no MA

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A Justiça decidiu manter a prisão preventiva do pastor David Gonçalves Silva, investigado por suspeita de comandar um esquema de punições físicas e psicológicas contra fiéis em uma igreja no município de Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. A decisão foi tomada após audiência de custódia realizada no último sábado (18).

O pastor foi preso na sexta-feira (17), durante a operação “Falso Profeta”, conduzida pela Polícia Civil do Maranhão. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), ele será encaminhado a uma unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação.

As apurações estão sendo conduzidas pela delegacia de Paço do Lumiar, que continua colhendo depoimentos de vítimas e testemunhas. Segundo a polícia, o inquérito ainda está em andamento e novas informações devem ser divulgadas apenas em momento oportuno, para não comprometer o processo investigativo.

O líder religioso é suspeito de utilizar a igreja Shekinah House Church como espaço para aplicação de castigos físicos e psicológicos contra frequentadores. Ele é investigado por crimes como estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Sidney Oliveira, a investigação teve início há cerca de dois anos, após denúncias feitas por ex-integrantes da igreja. Até o momento, entre cinco e seis vítimas já foram identificadas, inclusive em outros estados, como Pará e Ceará.

Relatos colhidos durante a investigação apontam para a existência de um sistema estruturado de controle dentro da instituição, com aplicação de punições físicas e psicológicas como forma de coerção. Entre as práticas denunciadas estão agressões, isolamento e privação de alimentação, utilizadas para impor disciplina e submissão aos fiéis.

Segundo a Polícia Civil, o grupo chegava a reunir entre 100 e 150 pessoas, muitas delas em situação de vulnerabilidade social. As investigações também indicam que as punições eram usadas como mecanismo de pressão para a prática de outros abusos.

A defesa do pastor informou, por meio de nota, que não irá se manifestar neste momento, alegando que ainda não teve acesso completo aos autos do processo.

O caso segue sob investigação, com a continuidade da coleta de provas e depoimentos que irão subsidiar as próximas etapas do processo judicial.