Laranja Eletrônica 3: PF combate fraudes bancárias cibernéticas no Maranhão

Imagem: Ilustração

 A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (28/10), a Operação Laranja Eletrônica 3, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que atua em Imperatriz/MA no cometimento de fraudes bancárias cibernéticas que resultaram em um prejuízo superior a R$ 100 mil.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Imperatriz/MA.

A Polícia Federal prossegue com as investigações para esclarecer todos os fatos e identificar eventuais outros integrantes do esquema criminoso. Os investigados poderão responder pelo crime de furto mediante fraude.

São Luís na mira da PF em megainvestigação contra fraudes cibernéticas e lavagem de dinheiro

Foto/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), duas operações simultâneas que colocaram São Luís no centro de uma investigação de grande escala contra o crime organizado. As ações, batizadas de Cryptoscam e Wet Cleaning, miram organizações criminosas envolvidas em fraudes financeiras, ataques cibernéticos, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Na capital maranhense, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a suspeitos de integrar essas redes criminosas.

As operações ocorrem em oito cidades, incluindo São Luís (MA), Joinville, Camboriú, Itapema e Piçarras (SC), Ponta Grossa (PR), além de Poá, Guarulhos e Ribeirão Preto (SP). Ao todo, a Justiça Federal expediu 26 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão, além do sequestro de bens e valores em nome dos investigados, de laranjas e de empresas utilizadas para lavar dinheiro.

A operação Cryptoscam tem como alvo um grupo familiar sediado em Ponta Grossa/PR, investigado por furtos milionários de criptoativos e fraudes bancárias. Um dos casos que despertou a atenção da rede internacional de combate ao cibercrime foi o roubo de US$ 1,4 milhão em criptomoedas de um cidadão de Singapura. Desde 2021, os investigados passaram a ocultar os lucros ilícitos em imóveis de luxo, carros importados e investimentos em criptoativos. A PF estima que o grupo tenha movimentado cerca de R$ 100 milhões nos últimos anos. Parte dos suspeitos também é investigada por um ataque hacker que comprometeu 150 contas da Caixa Econômica Federal ligadas a 40 prefeituras.

Foto/Materiais apreendidos na operação

Já a Operação Wet Cleaning surgiu a partir da prisão de uma mulher identificada como uma das maiores estelionatárias do país, acusada de fraudar a Caixa. A investigação descobriu um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada nos ramos da construção civil, tecnologia e transporte de cargas. Estima-se que o grupo tenha movimentado aproximadamente R$ 110 milhões em criptoativos.

A presença de mandados em São Luís indica a possível atuação de ramificações das quadrilhas no Maranhão, especialmente na etapa de lavagem de dinheiro por meio do mercado formal. A Polícia Federal não detalhou os alvos específicos na capital, mas confirmou que os desdobramentos da investigação deverão revelar conexões nacionais e internacionais das organizações criminosas.

As investigações continuam em andamento e novas prisões não estão descartadas.

MA é alvo de operação da PF contra esquema de fraudes bancárias

Foto Reprodução

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 14/11, a Operação Falsioloquium, que visa desarticular um grupo criminoso responsável pela obtenção de valores indevidos por meio da abertura de contas bancárias com documentos falsos. A ação ocorre simultaneamente nos estados do Ceará, Pernambuco, Maranhão e São Paulo.

Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pela 16ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Juazeiro do Norte/CE, após solicitação da Delegacia de Polícia Federal de Juazeiro do Norte.

As investigações começaram em junho deste ano, quando um suspeito foi preso em flagrante ao tentar abrir uma conta bancária na Caixa Econômica Federal, no município de Mauriti/CE, usando documentos falsos. Com o avanço das investigações, foi identificado que o suspeito possuía uma extensa lista de antecedentes criminais e supostamente era membro de uma facção criminosa. O grupo operava em várias localidades nos estados do Ceará, Pernambuco e Paraíba, realizando fraudes em instituições financeiras por meio do uso de documentos falsificados. Outros dois indivíduos, também com histórico criminal, foram identificados como membros dessa organização.

Os envolvidos poderão responder por crimes de organização criminosa, falsificação de documentos públicos, uso de documento falso, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro.

PF mira esquema de R$ 260 milhões com criptomoedas que usava religião para aplicar golpe

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Na manhã desta quinta-feira, 7/11, a Polícia Federal deflagrou a Operação Profeta com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pela prática de diversos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, além de recuperar bens e ativos adquiridos a partir das condutas ilícitas.

Na ação de hoje, policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão, nos municípios do Rio de Janeiro, Barueri/SP, Guarulhos/SP, Cajamar/SP e Salto/SP. Também foi determinado o sequestro de bens e valores no montante de R$ 262.799.248,97. As ordens judiciais foram expedidas pela 6ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.

As investigações foram iniciadas após o recebimento de denúncias das vítimas relatando que os investigados se apropriaram dos valores aplicados em uma empresa de investimentos em criptomoedas e mercado Forex. Estima-se que a organização criminosa lesou cerca de 10 mil investidores em pouco mais de R$ 260 milhões.

Os investigados articularam uma complexa estrutura empresarial para captar investidores e, em seguida, se apropriar dos recursos aplicados e remetê-los para o exterior sem o conhecimento das vítimas. Os valores foram enviados ao exterior por meio de exchanges (corretoras de criptomoedas).

O nome da operação advém do fato de que o líder da organização criminosa usava a religião para atrair mais vítimas e cultivar a confiança das pessoas já envolvidas com o esquema financeiro fraudulento.

Os crimes investigados no âmbito da Operação Profeta incluem diversos delitos contra o Sistema Financeiro Nacional (apropriação indevida de valores; negociação de títulos ou valores mobiliários sem registro prévio e sem autorização da autoridade competente; fazer operar instituição financeira sem a devida autorização; e evasão de divisas), além dos crimes de exercer a atividade de administrador de carteira no mercado de valores mobiliários sem a devida autorização; organização criminosa transnacional; e lavagem de dinheiro por meio de ativo virtual.

PF desmantela esquema de fraudes previdenciárias que gerou prejuízo de R$ 10 milhões

Policiais federais cumprem sete mandados judiciais, sendo três mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão em Caxias/MA e Pedreiras/MA. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 3ª Vara Federal da capital piauiense.

A investigação teve origem a partir de uma prisão em flagrante em Teresina para apurar o uso de documentos falsos, bem como saque indevido de benefícios previdenciários e assistenciais.

Os documentos pessoais fraudados eram utilizados para realizar prova de vida e saques indevidos de benefícios junto ao INSS e às instituições bancárias. O grupo criminoso também agrupava e transportava idosos falsários até as agências bancárias para efetuar os saques indevidos dos benefícios.

Foi possível identificar 314 benefícios atrelados ao esquema, sendo que em 108 deles já foi confirmada fraude. O montante do prejuízo efetivado ao INSS referente aos saques indevidos totaliza mais de R$ 10 milhões. A operação, ainda, evitou desvios de recursos públicos na ordem de R$ 44 milhões.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso, além de outros que possam ser identificados ao logo do processo investigatório.

Gabinetes de desembargadores no TJMA amanhecem sob alvo de operação da PF

TJMA

A Polícia Federal cumpre, neste momento, mandados de busca e apreensão nos gabinetes dos desembargadores Luiz Gonzaga, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney.

A operação está sendo realizada no Palácio Clóvis Bevilacqua, do Tribunal de Justiça do Maranhão, na Praça Pedro II, em São Luís.

O INFORMANTE confirmou a operação junto à Superintendência da PF, que informou que por enquanto não pode adiantar detalhes.

Sinergia: PF deflagra operação nacional em combate ao abuso sexual infantojuvenil

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A Polícia Federal segue suas ações em combate aos crimes cibernéticos que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes, visando ao resgate das vítimas e a responsabilização dos criminosos. Os trabalhos nessa linha ocorrem por meio de equipes especializadas em todas as unidades da PF.

E neste mês de maio, a Polícia Federal intensificou seu trabalho para dar cumprimento à Lei nº 14.432, de 2022, a qual instituiu a Campanha Maio Laranja, que é realizada com ações de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O trabalho também tem por objeto uma menção ao 18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes – em memória da menina Araceli Cabrera Sánchez Crespo, na forma instituída pela Lei nº 9.970 de 2000.

Ao longo deste mês, a PF realizou em todas as regiões brasileiras a deflagração de 110 operações de combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes, com a prisão em flagrante de 45 abusadores, em 22 estados da federação, com a mobilização de mais de 550 policiais federais. Como resultado dessa ação conjunta, apenas no mês de maio, foram resgatadas 13 vítimas desses crimes tão danosos à sociedade.

Além disso, ainda dentro do âmbito da Campanha Maio Laranja, tem-se que somente neste mês foram capacitados pela Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil (CCASI/CGCIBER/DCIBER) 105 (cento e cinco) policiais em cursos relacionados à essa área temática.

O nome da Operação – Sinergia – faz referência ao trabalho em conjunto das mais diversas unidades da Polícia Federal em prol de um mesmo valor, qual seja a salvaguarda de crianças e adolescentes.

Ademais, ainda na esteira do combate ao abuso sexual infantil na Polícia Federal, é importante pontuar que foram cumpridos, em 2024, pelas mais diversas unidades da PF espalhadas pelo país, mais de 600 mandados de prisão em aberto referentes a crimes relacionados a essa temática, tendo o cumprimento ocorrido sob a Coordenação do Setor de Capturas da PF. Essa atuação dá efetividade à responsabilização dos abusadores e, consequentemente, interrompe o ciclo de violência imposto às crianças e aos adolescentes vítimas.

Operação da PF prende suspeito de abuso sexual infantojuvenil em São Luís

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A Polícia Federal (PF) realizou na manhã desta quarta-feira (28/02) uma operação para combater crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes em São Luís, capital do Maranhão. A ação, denominada Operação ABSCONDITUS, cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva contra um homem que é acusado de produzir, armazenar e compartilhar na internet imagens e vídeos de conteúdo pornográfico envolvendo menores de idade.

Segundo a PF, o suspeito pode responder pelos crimes previstos nos artigos 240, 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que tratam, respectivamente, da produção, compartilhamento e armazenamento de material de sexo explícito ou pornográfico com crianças ou adolescentes. As penas para esses delitos podem chegar a 18 anos de prisão.

Foto Reprodução / PF

O nome da operação, ABSCONDITUS, significa “escondido” em latim e faz referência à forma como os criminosos dessa natureza agem, buscando se ocultar da sociedade e da justiça. A investigação da PF identificou também uma vítima que teve imagens e vídeos produzidos pelo suspeito quando tinha 17 anos de idade.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais federais apreenderam o celular do suspeito, que será periciado para verificar a existência de mais provas dos crimes. A PF informou que as investigações continuarão com o objetivo de coletar mais elementos sobre a autoria e a materialidade dos fatos, verificar se há outras condutas criminosas relacionadas e localizar outras possíveis vítimas dos abusos.

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PF estoura operação CARRO-CHEFE contra fraudes licitatórias em 3 cidades do Maranhão

Foto PF

A Polícia Federal, juntamente com a Controladoria Geral da União, deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 11/01/2024, nas cidades de Santa Inês/MA, Santa Luzia/MA e Pindaré-Mirim/MA a Operação CARRO-CHEFE, com a finalidade de desarticular grupo criminoso responsável por fraudes licitatórias, superfaturamentos contratuais e lavagem de dinheiro em prejuízo de municípios maranhenses e de mais três estados: Pará, Tocantins e Piauí..

De acordo com as investigações, quatro empresas interrelacionadas foram responsáveis pelo prejuízo potencial de mais de R$ 53 milhões de reais aos cofres públicos no período de 2016 a 2019, em razão de contratações fraudulentas para o fornecimento de veículos automotores.

As fraudes e superfaturamentos contratuais variavam desde o fornecimento de veículos registrados em nome de terceiros até a ausência de fornecimento do objeto contratado, a exemplo da comercialização de veículos com chassis inexistentes ou duplicados.

Foto: PF

Diante desses fatos, a Polícia Federal cumpriu 08 (oito) Mandados de Busca e Apreensão, além de outras medidas cautelares, como o afastamento do sigilo fiscal.

Ao todo, mais de 30 (trinta) policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que decorreram de Representação elaborada pela Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação, superfaturamento contratual, peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A Operação foi batizada de “CARRO-CHEFE” em razão do principal objeto de comercialização da associação criminosa, que se tratava do fornecimento de veículos para entes municipais.

Suspeito de matar servidor da Secretaria Indígena é alvo de operação da PF

Raimundo Ribeiro da Silva, de 57 anos, foi morto na Terra Indígena Araribóia, em Arame. — Foto: Arquivo Pessoal G1MA

A Justiça Federal do Maranhão emitiu um mandado de prisão contra o principal acusado de assassinar Raimundo Ribeiro da Silva, servidor da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) no estado. Ele foi morto a tiros por dois homens em uma moto quando dirigia um carro da SESAI em uma aldeia indígena.

A Polícia Federal realizou uma operação nesta quinta-feira (21) para capturar o suspeito, que não teve a identidade revelada, mas ele não foi encontrado em sua casa no Povoado Faísa, em Santa Luzia. Agora, ele é considerado foragido e a polícia segue as buscas.

Raimundo Ribeiro da Silva tinha 57 anos e trabalhava na SESAI há mais de 20 anos. Ele foi atacado na estrada de piçarra que corta a aldeia Abraão, onde prestava assistência aos indígenas.

Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro do suspeito pode entrar em contato com a Polícia Federal pelo telefone (98) 3131-5113 (ligação e WhatsApp).