Preso no Pará homem que matou namorada a facadas em Porto Franco

Paulo Mesquita e a vítima Jhenifer Machado,

Paulo Mesquita, suspeito de assassinar a namorada Jhenifer Machado, de 19 anos, com golpes de faca, foi preso na madrugada desta quarta-feira (10) no Pará.

O crime, com requintes de crueldade, foi registrado nesta última terça, 9, na cidade de Porto Franco, no sudoeste do Maranhão.

Segundo o Departamento de Feminicídio, vinculado à Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), a jovem teve a boca amarrada com um pedaço de arame e foi esfaqueada várias vezes pelo suspeito. O relacionamento de Jhenifer e Paulo era marcado por brigas e muito ciúmes por parte do suspeito.

A prisão foi cumprida por policiais militares do Maranhão do 12° Batalhão da Polícia Militar, sob o comando do tenente coronel Luna, em menos de 24 horas após o crime.

Paulo Mesquita será recambiado para o Maranhão, onde responderá pelo crime de feminicídio. Após os procedimentos de praxe, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Este é o 33º caso de feminicídio registrado no Maranhão este ano de 2024.

Autor de feminicídio é condenado a 22 anos de prisão

Depoimento de testemunha do crime

Élton Jorge Almeida Araújo, conhecido como Rabicó, foi condenado a 22 anos de reclusão, acusado de matar, a golpes de faca, sua companheira Fernanda Sousa Silva. O crime ocorreu no dia 27 de janeiro de 2014, por volta das 4h da madrugada, dentro de uma quitinete onde o casal morava, na Baixada do Bairro de Fátima. A juíza Gláucia Helen Maia de Almeida negou ao réu o direito de recorrer em liberdade da decisão do júri popular.

Segundo os autos, o acusado costumava cometer atos de violência doméstica contra Fernanda Sousa Silva e que havia sinais de maus-tratos no corpo da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público, na noite do crime, vizinhos ouviram o casal discutindo e a mulher sendo agredida.

Relataram que no decorrer da discussão Élton Jorge Almeida exigia que a companheira desse conta de certa quantia em dinheiro que seria dele. Vizinhos foram até a quitinete e encontraram o acusado fazendo respiração boca a boca na vítima.

Os vizinhos contaram também que o peito esquerdo de Fernanda Sousa Silva sangrava muito e que, ao ser questionado pelas testemunhas, o homem disse que a companheira teria enfiado uma faca no próprio peito, mas não havia nenhuma faca próximo ao corpo. Consta na denúncia, ainda, que evidências encontradas no local são incompatíveis com o cenário de um suicídio.

A sessão de julgamento, realizada na última quarta-feira (03), foi presidida pela juíza Gláucia Helen Maia de Almeida, respondendo pela 2ª Vara do Tribunal do Júri. Na acusação atuou o promotor de justiça Washington Cantanhede e o advogado assistente de acusação Thiago Gomes Viana. A defesa do réu ficou com defensor público Bernardo Laurindo Santos Filho. Foram ouvidas cinco testemunhas, entre elas a mãe e um tio da vítima. O acusado estava internado para tratamento psiquiátrico e por isso não compareceu ao julgamento. Élton Jorge Almeida foi condenado por homicídio qualificado por motivo fútil.

Pedreiro é condenado a 14 anos de prisão por assassinato da companheira na frente da filha autista

Foto Reprodução

O 1º Tribunal do Júri de São Luís condenou a 14 anos de prisão o pedreiro Daniel Silva, pelo assassinato da esposa Ana Núbia Santos Coelho. O crime ocorreu no dia 29 de dezembro de 2023, por volta das 21h40n, na residência do casal, no bairro Sá Viana. Após o julgamento, o réu foi levado de volta ao presídio, onde estava preso desde a época do crime.

A sessão de júri popular, realizada nesta sexta-feira (28), foi presidida pelo juiz titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Gilberto de Moura Lima. Na acusação atuou o promotor de justiça Rodolfo Reis e na defesa, a defensora pública Caroline Pinheiro. Foram ouvidas quatro testemunhas, entre elas um irmão da vítima e filho do acusado e da vítima. O julgamento que começou às 8h30, no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), terminou por volta das 14h.

Segundo a denúncia do Ministério Público, a vítima e o denunciado estavam em casa, quando o acusado disse para a esposa e os filhos se arrumarem para irem à igreja, pois a mulher precisava ir para “tirar o diabo do corpo”. Ana Núbia Santos Coelho recusou o convite e o denunciado saiu sozinho, retornando mais tarde, embriagado. A mulher reclamou e, ele foi até o quarto, pegou o revólver e efetuou três disparos em direção à vítima que ainda tentou correr, mas caiu no chão do banheiro, sendo socorrida, mas morreu a caminho do hospital.

Daniel Silva evadiu-se, deixando no local o revólver usado no crime e a arma encontrada pelo filho do casal. Ainda, de acordo com a denúncia, a vítima já tinha sido agredida pelo marido em outros momentos. Em outubro de 2023, conforme os autos, Daniel Silva tentou enforcar a mulher, sendo interrompido pelo filho. Consta nos autos que a vítima manifestou o desejo de se separar, mas marido não aceitava o fim do relacionamento, apesar de ser bastante conhecido por traições, inclusive com pessoas conhecidas, tendo chegado até a sair de casa, mas o casal se reconciliou.

Conforme a denúncia do Ministério Público, o acusado cometeu o feminicídio na frente das duas filhas menores – de 15 e 13 anos – que ficaram apavoradas gritando desesperadas, sendo uma delas autista.

Daniel Silva confessou o crime, relatando que quando a vítima começou a brigar pelo motivo dele estar embriagado, o réu foi até o quarto, pegou a arma e efetuou os disparos; que fugiu do local; escondeu-se na casa de uma irmã, no bairro Vila Nova, e no dia no dia seguinte apresentou-se na delegacia.

O réu foi a júri popular pelo crime de de homicídio qualificado (artigo 121, §2º, inciso IV e VI c/c §2º-A, inciso I – feminicídio qualificado pela impossibilidade de defesa da vítima, em situação de violência doméstica e familiar). O crime foi cometido por razões de condição de sexo feminino envolvendo violência doméstica e familiar (Lei n.º 11.340/2006).

Na sentença condenatória, o juiz Gilberto de Moura Lima destacou que o crime teve consequências e impactos graves, “No trágico episódio de homicídio aqui discutido, o sofrimento infligido aos filhos é tão avassalador que lança essas famílias em um abismo de dor e desolação inimagináveis. Imaginemos o trauma indelével vivenciado pelos filhos da vítima, testemunhando a perda brutal de sua mãe pelas mãos do próprio pai diante de seus olhos tenros e vulneráveis. Uma das filhas, especialmente frágil por ser portadora de autismo, enfrenta uma realidade ainda mais cruel, onde um ambiente que deveria ser de segurança e afeto se transformou em um palco de violência inescapável.”

Homem é preso suspeito de matar a ex-esposa a facadas na frente dos filhos em Chapadinha

Francilene, vítima

A Polícia Civil do Maranhão autuou em flagrante um homem, identificado como Manoel Nascimento, de 58 anos, investigado por cometer um crime de feminicídio que vitimou sua ex-companheira, Francilene da Silva Lima, de 39 anos, no bairro Vila Isamara, em Chapadinha. O crime foi registrado na frente de filhos do ex-casal.

Segundo a Delegacia Especial da Mulher de Chapadinha, a vítima havia rompido o relacionamento há oito meses, mas o ex-marido continuava frequentando a residência dela sob a justificativa de visitar os filhos e levar alimentos. Na manhã da quarta, em uma dessas visitas, o indivíduo golpeou a ex-mulher várias vezes com uso de arma branca, resultando na morte da mulher.

Ainda segundo com a delegacia especializada, investigado e vitima tiveram um relacionamento de mais de 22 anos e seis filhos. A mulher já estava em outro relacionamento, mas o ex-companheiro não aceitava o término.

Após o crime, o homem na tentativa de cometer suicídio, teria ingerindo veneno, mas foi socorrido e levado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, onde foi autuado em flagrante.

Em menos de 24h, PC pende dois autores de feminicídio no interior do MA

Foto: PCMA

A Polícia Civil do Maranhão, em duas ações distintas e realizadas na última quinta-feira (16), conseguiu prender dois homens apontados por investigações como sendo os principais suspeitos de praticarem o crime de feminicídio contra suas companheiras. Os casos ocorreram nos municípios de Cururupu e Viana.

Na cidade de Serrano do Maranhão, em uma área de mata fechada e de difícil acesso, equipes da Polícia Civil conseguiram cumprir um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 27 anos, suspeito de assassinar à facadas a sua companheira identificada como Jéssica Lopes, de 33 anos. O crime ocorreu na madrugada da última segunda-feira(13), no Povoado Ponta d’Areia, zona rural da cidade de Cururupu.

Já no município de Viana, na região da Baixada Maranhense, a Polícia Civil, deu cumprimento ao mandado de prisão contra um indivíduo investigado pelo crime de feminicídio praticado contra Cristiane Costa, na manhã da última quarta-feira(15).

No início das investigações, o suspeito afirmou que ele e a companheira teriam sido vítimas de um assalto e, que Cristiane Costa teria sido sequestrada pelos criminosos, o que foi descartado através de uma minuciosa investigação realizada pelas equipes policiais de Viana. Em um segundo depoimento, o investigado confessou a autoria do crime.

Em ambos os casos, os presos após prestarem depoimentos nas delegacias das respectivas cidades foram encaminhados para unidades prisionais.

Homem que matou ex-namorada é condenado a mais de 15 anos de prisão em São Luís Gonzaga

Francisco Reginaldo e Francisca Letícia, vítima de feminicídio

Em sessão do Tribunal do Júri realizada na última quarta-feira, 6, no município de São Luís Gonzaga, Francisco Reginaldo de Lima Filho foi condenado a 15 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado. O Conselho de Sentença acatou a tese sustentada pelo promotor de justiça Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho de homicídio duplamente qualificado, em virtude de emboscada e de feminicídio, contra a vítima, Francisca Letícia Lima Mota, de 16 anos, sua ex-namorada.

O crime aconteceu no dia 11 de janeiro de 2023, por volta das 23h30, na estrada do povoado Centro dos Quincos, zona rural do município. Réu e vítima tiveram um desentendimento cerca de dois meses antes, quando Francisco Reginaldo desferiu um golpe no rosto de Letícia, fato ocorrido dentro de um ônibus. No dia do crime, o acusado se escondeu dentro do mato, próximo a uma casa abandonada, aguardou a vítima passar pelo local e a atacou com objeto contundente. Com a vítima caída, o réu a atacou com vários golpes na região da cabeça.

Suspeito de matar companheira a facão na frente das filhas morre em hospital de São Luís

Claudson da Cruz Silva, de 40 anos

Claudson da Cruz Silva, de 40 anos, suspeito de matar a companheira a golpes de facão morreu na noite dessa quarta-feira, 27, após trocar tiros com a polícia no Residencial Piancó III, no bairro Vila Embratel, em São Luís. O crime chocou a vizinhança, pois a vítima, Adriana Sousa Silva, de 41 anos, foi assassinada na frente das duas filhas do casal, de 9 e 11 anos.

As filhas do casal presenciaram toda a cena e pediram socorro aos vizinhos, que acionaram a polícia. Quando os policiais chegaram ao local, o suspeito reagiu e foi alvejado pelos policiais.

Claudson foi socorrido e levado em estado crítico para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

Vítima de feminicídio foi morta a golpes de facão na frente das filhas por negar celular ao marido assassino

Adriana (vítima) e Claudson, assassino

A Polícia Civil do Maranhão (PCMA), prendeu em flagrante, ontem (27), um homem, identificado como Claudson da Cruz, de 40 anos, por cometer um crime de feminícídio contra a própria companheira, Adriana Silva, também de 40 anos, em um condomínio localizado no bairro Piancó, região da Vila Embratel, em São Luís. O crime ocorreu na presença de duas filhas do casal, uma de 14 e outra de 18 anos.

De acordo com as investigações do Departamento de Feminícídio da Polícia Civil, o crime ocorreu por motivo fútil, após a vítima negar o aparelho celular para o autor, que na ocasião, encontrava-se sobre efeito de álcool e drogas.

Ainda de acordo com autoridade policial, o casal passou a discutir e, durante o bate-boca, o suspeito, armado de um facão, atacou violentamente a companheira, que não resistiu aos ferimentos, chegando à óbito no local.

A Polícia Militar foi acionada e ao chegar no local o homicida resistiu a prisão e foi alvejado por dois disparos de arma de fogo. O preso foi encaminhado para um hospital de urgência e emergência da capital.

Após as formalidades legais, o preso será encaminhado para Unidade Prisional, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

Blog do Luís Cardoso

Homem é baleado pela PM após matar esposa a golpes de facão em condomínio em São Luís

Vítima de feminicídio em São Luís

O feminicídio foi registrado na manhã desta quarta-feira (27) no condomínio residencial Piancó, na Vila Embratel, região do Itaqui Bacanga, em São Luís.

De acordo com informações preliminares, o casal havia discutido e o homem matou a esposa a golpes de facão.

Os vizinhos acionaram a Polícia Militar que de imediato chegou ao local e tentou render o assassino. Ele reagiu e foi baleado na perna e no tórax, sendo socorrido e levado para um hospital de urgência. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Veja imagens externas:

Preso em Açailândia suspeito de matar a companheira enquanto amamentava filho de sete meses

Divulgação PCMA

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Operação Paz, prendeu na manhã desta quinta-feira (21), em Açailândia, um homem de 37 anos, acusado de assassinar a tiros a sua companheira, Francisca de Oliveira Santos Conceição, no Povoado Flores, em Grajaú, em abril de 2013.

O crime teria sido motivado por ciúmes e o suspeito teria usado uma espingarda para atirar na vítima, que estava na cama amamentando o filho de sete meses. Após o homicídio, ele fugiu da cidade e passou a viver com outra mulher em Açailândia.

A prisão do investigado foi realizada com o apoio do Centro de Inteligência da PC-MA, em uma localidade chamada Plano da Serra. Ele foi encaminhado para a Delegacia Regional de Açailândia, onde ficará à disposição da Justiça.

O caso não foi enquadrado como feminicídio, pois a lei que tipifica esse crime só entrou em vigor em 2015, dois anos depois do fato ocorrido.